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Governo de SP lança e-commerce para venda de artesanato produzido em presídios

Por: Dinalva Fernandes

Jornalista

Jornalista na E-Commerce Brasil. Graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduada em Política e Relações Internacionais pela FESPSP. Tem experiência em televisão, internet e mídia impressa.

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O governo do estado de São Paulo lançou uma plataforma de e-commerce para venda de artesanato produzido em presídios. A ação permite que pessoas de qualquer lugar do Brasil possam adquirir os produtos confeccionados por meio dos programas de reintegração social desenvolvidos nos presídios paulistas. A plataforma foi desenvolvida pela Funap (Fundação Professor Doutor Manoel Pedro Pimentel), órgão vinculado à Secretaria da Administração Penitenciária, como forma de dar continuidade aos trabalhos de comercialização dos produtos durante a pandemia de Covid-19, que restringe a possibilidade de compras presenciais. Na primeira fase de implantação do e-commerce, estão disponíveis mais de 40 artigos de artesanato de diversas linhas, como patchwork, bordado, crochê, entre outros, com preços a partir de R$ 5,00. Todos os itens são produzidos nas oficinas do Programa ARCOS (Escola de Empreendedorismo em Arte), que oferecem aos participantes capacitação profissional, geração de renda e a possibilidade de remição de pena, além de proporcionar aos reeducandos a participação de rotinas saudáveis de trabalho, aprendizado e convivência. Além disso, o e-commerce também disponibiliza, a preços acessíveis, máscaras de proteção descartáveis, máscaras reutilizáveis e protetores faciais do tipo face shield que, assim como os itens de artesanato, são produzidos em oficinas da Funap que viabilizam postos de trabalho aos reeducandos. No momento, a plataforma possibilita a realização de pagamentos via cartão de crédito, com todos os certificados necessários para a realização de transações eletrônicas e já está disponível ao público por meio do endereço www.funap.com.br. Leia também: Máscaras de tecido crescem quase 10 mil vezes na pandemia, aponta Elo7 Fonte: Portal Opinião Pública