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NRF 2026 deixou claro: a nova UX não é layout é decisão. E a Orne.ai já está operando isso.

Por: Redação E-Commerce Brasil

Equipe de jornalismo E-Commerce Brasil

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A pergunta que mais importa para 2026 não é “como está minha home?”. É esta: o seu e-commerce consegue transformar intenção em decisão sem empurrar o cliente para um labirinto de filtros, páginas e dúvidas?

Na NRF 2026 (11–13 de janeiro, Nova Iorque), o varejo tratou IA como o que ela virou: infraestrutura. O diferencial deixou de ser “ter IA” e passou a ser operar com IA — com pessoas, processos, testes e governança. (SuperHiper)

Só que teve um segundo recado ainda mais duro (e mais acionável): a experiência de compra está mudando de lugar.

1) Agentic Commerce não é tendência: é encanamento novo

O que chamou atenção na NRF foi a materialização do Agentic Commerce em padrões e produtos. O Google anunciou o Universal Commerce Protocol (UCP) como um padrão aberto para agentes executarem etapas de compra da descoberta ao pós-compra. (blog.google)
Na prática, isso habilita compras dentro de “superfícies” de IA (como Search e Gemini) com experiências de checkout mais diretas — e muda a forma como a demanda nasce e avança. (The Verge)

Tradução para quem vive o dia a dia do e-commerce: o site não desaparece — ele vira backoffice da decisão. A vitrine deixa de ser “página bonita” e vira capacidade de responder contexto, comparar, recomendar e avançar fluxo.

2) O varejo mais eficiente do mundo já está indo por esse caminho

A Leroy Merlin divulgou que seu “Concierge” (assistente de IA) gerou +25% na conversão e reduziu em 40% o tempo de navegação até a página desejada. (Exame, 04/01/2025). (Exame)
A Klarna reportou 2,3 milhões de conversas no primeiro mês, com a IA assumindo 2/3 dos chats e derrubando o tempo de resolução para menos de 2 minutos (vs 11). (Klarna, 27/02/2024). (Klarna)
E a Amazon colocou o Rufus dentro do app para responder perguntas, comparar opções e recomendar com base no contexto conversacional. (About Amazon, 01/02/2024). (Amazon News)

O padrão é sempre o mesmo: menos fricção na decisão, mais avanço objetivo na jornada.

Orne.ai/FRN
(Imagem: divulgação)

3) A Orne.ai nasce para esse cenário — e a OrneTalk é a frente de batalha

Orne.ai não é “um chat”. É uma camada de experiência e operação para Agentic Commerce: intenção entra, decisão sai — com trilho, métricas e controle.

OrneTalk atua como Concierge de IA para e-commerce com um trabalho bem específico:

  • entende intenção (“preciso de uma tinta que não fede e seca rápido”)
  • traduz isso para catálogo (produto + variação + uso)
  • compara, remove objeções, explica trade-offs e empurra para a próxima ação
  • quando o caso é crítico ou precisa de pós-venda, escala para humano ou direciona canal por regra

Isso importa porque a NRF também reforçou um ponto operacional: confiança exige teste. Antes de delegar autonomia, você precisa validar comportamento, medir e impor limites. (BizTech Magazine)
É exatamente por isso que a Orne se posiciona como sistema mensurável — não como “resposta bonita”.

Números reais (OrneTalk | recorte de operação)

  • 21.539 sessões
  • 13,7% de conversão de conversa (+53,3% de crescimento)
  • 95% precisão média (confiança)
  • 4.802 PDPs visualizadas com 80,2% de taxa de clique
  • Funil (7 dias): 4.605 visitantes → 4.579 interessados (99,4%) → 473 considerando compra (10,3%)

Aqui, “conversão de conversa” significa uma coisa simples: sessões que avançam para sinais objetivos de intenção/ação (ex.: PDP, add-to-cart, consideração). É a jornada deixando de ser “navegação” para virar decisão assistida e rastreável.

O que a NRF só confirmou

O jogo de 2026 não é mais “quem tem a melhor UI”. É quem consegue tornar o catálogo conversável, a compra acionável e a operação governável — inclusive quando a jornada acontece fora do seu site, mediada por agentes e novos protocolos como o UCP. (blog.google)

A Orne.ai existe para isso: tirar fricção da decisão com métrica, e não com opinião.