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Liquidações: WhatsApp vira canal estratégico de trocas e vendas no varejo

Por: Redação E-Commerce Brasil

Equipe de jornalismo E-Commerce Brasil

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O início do ano marca um novo ciclo para o varejo brasileiro, impulsionado pelas liquidações de janeiro, trocas de presentes e reavaliação de compras realizadas nas semanas anteriores. Após um fim de ano positivo para o comércio digital, o período pós-festas se consolida como um momento estratégico para retenção, recompra e relacionamento com o consumidor.

Smartphone exibindo tela inicial do WhatsApp segurado por uma mão, com notebook desfocado ao fundo.
Imagem gerada por IA.

De acordo com dados da Confi Neotrust, o faturamento do e-commerce brasileiro entre o Natal e o Ano Novo somou R$ 10,8 bilhões, representando um crescimento de 18,7% na comparação anual. Esse volume impacta diretamente as primeiras semanas do ano, com aumento significativo na busca por informações sobre trocas, promoções de início de ano e novas oportunidades de compra.

Para as empresas, o desafio passa a ser atender esse fluxo com agilidade, personalização e escala. A dificuldade em responder rapidamente pode resultar em perda de vendas justamente em um momento decisivo para a fidelização do consumidor.

Atendimento personalizado impulsiona decisões de compra

Segundo o estudo WhatsApp Consumer Behavior, encomendado pela Meta, 67% dos usuários afirmam que o atendimento personalizado é um fator determinante para realizar compras pelo WhatsApp. O dado ajuda a explicar por que o aplicativo deixou de ser apenas um canal de suporte e passou a ocupar uma posição central na jornada de consumo.

Essa tendência é reforçada pelo Chat Commerce Report 2025, estudo da OmniChat, que aponta o WhatsApp como uma das principais vitrines e pontos de venda do varejo digital no Brasil. Em segmentos como moda, materiais de construção, saúde, educação e alimentos, o canal apresenta taxas de conversão significativamente superiores às observadas no e-commerce tradicional.

WhatsApp como motor de vendas no varejo

Empresas do setor já vêm estruturando o WhatsApp como um canal estratégico de vendas e relacionamento. Um exemplo é a Veste S.A., grupo brasileiro de vestuário e acessórios de alto padrão que reúne marcas como Le Lis, Dudalina, John John, Bo.Bô e Individual. A companhia consolidou o WhatsApp como um de seus principais canais de contato com o cliente, utilizando a plataforma para unificar a comunicação, reduzir o tempo de resposta e ampliar as conversões.

Nesse cenário, soluções baseadas em inteligência artificial ganham relevância ao permitir que o varejo lide com picos de demanda típicos do início do ano sem a necessidade de expansão proporcional das equipes.

A OmniChat desenvolveu o Whizz, um conjunto de agentes autônomos de IA voltados à atuação no WhatsApp, com o objetivo de transformar o canal em um motor contínuo de vendas e relacionamento. A solução é utilizada para responder dúvidas de compra em tempo real, apoiar processos de troca, recuperar carrinhos abandonados, personalizar interações em escala e reduzir perdas associadas à falta de resposta — especialmente fora do horário comercial.

IA e eficiência no pós-vendas

Para especialistas do setor, o uso de inteligência artificial no WhatsApp tem papel central na eficiência operacional e na experiência do cliente durante o período de liquidações. A automação permite lidar com altos volumes de interações sem comprometer a qualidade do atendimento, mantendo consistência e rapidez mesmo em momentos de pico.

Os porta-vozes da OmniChat estão disponíveis para comentar como as liquidações de começo de ano reforçam o papel do WhatsApp como principal canal de trocas, dúvidas e novas compras, além do impacto da IA na fidelização e na eficiência do varejo digital.