Augusto Schwingel Luz, CEO da Chocolate Lugano, e Augusto Rocha, VP Sales & Marketing da Pmweb[/caption]
“Estávamos com toneladas de chocolate para ser vendido. Nas vésperas da Páscoa, não tínhamos nenhum dinheiro porque todo o dinheiro foi usado para fazer chocolate, e assim vender em uma data específica. Porém, quando estourou a pandemia, ficamos sem dinheiro e perspectiva. Com a produção de álcool gel conseguimos salvar alguns empregos”, relembra Luz.
Chocolate Lugano: como dobrar número de franquias em um ano sem Páscoa
Em abril deste ano, a Chocolate Lugano, uma das maiores fábricas de chocolate do Brasil, se viu no meio de um impasse: toneladas de chocolate produzidas para a Páscoa que não podiam ser vendidas nas lojas físicas devido ao fechamento dos comércios em meio à pandemia de coronavírus.
O Mundo do Chocolate, parque da marca, também foi fechado no período, o que contribuiu para o prejuízo da empresa. Inaugurado em 2015, o espaço é o primeiro e único parque de chocolate das Américas, com mais de 200 peças esculpidas em chocolate maciço, distribuídos em 3 mil m².
Diante deste problema, a empresa, fundada em 1976 em Gramado (RS), conseguiu se reinventar e terminou com o dobro de franquias. Augusto Schwingel Luz, CEO da Chocolate Lugano, revelou algumas estratégias adotadas para reverter o problema durante a Conferência E-Commerce Brasil RS, na tarde de quarta-feira (9).
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Augusto Schwingel Luz, CEO da Chocolate Lugano, e Augusto Rocha, VP Sales & Marketing da Pmweb[/caption]
“Estávamos com toneladas de chocolate para ser vendido. Nas vésperas da Páscoa, não tínhamos nenhum dinheiro porque todo o dinheiro foi usado para fazer chocolate, e assim vender em uma data específica. Porém, quando estourou a pandemia, ficamos sem dinheiro e perspectiva. Com a produção de álcool gel conseguimos salvar alguns empregos”, relembra Luz.
Augusto Schwingel Luz, CEO da Chocolate Lugano, e Augusto Rocha, VP Sales & Marketing da Pmweb[/caption]
“Estávamos com toneladas de chocolate para ser vendido. Nas vésperas da Páscoa, não tínhamos nenhum dinheiro porque todo o dinheiro foi usado para fazer chocolate, e assim vender em uma data específica. Porém, quando estourou a pandemia, ficamos sem dinheiro e perspectiva. Com a produção de álcool gel conseguimos salvar alguns empregos”, relembra Luz.