Da esquerda para direita: Leonardo Franklin e Maurício Silva, do Condor Super Center, e Marcelo Reis, da Lafort[/caption]
Ele conta que apesar dos 48 anos de história do Grupo Condor e da expansão nos últimos anos que transformou a companhia - hoje ela emprega 13 mil colaboradores e conta com 56 lojas e 21 postos de gasolina, entre outros serviços -, o e-commerce não existia. “Nossa empresa é muito tradicional. Somos líderes absolutos de mercado dentro da classe B e C no Paraná, somos líderes de preço e variedade. Mas isso também trazia uma série de barreiras na estratégia para que a gente fosse digital”, conta Silva.
Uma pequena experiência no online havia sido iniciada, mas sempre era deixada “para depois”... até que veio a pandemia. “Aí não teve jeito. Lembro que nosso presidente disse: ‘15 dias está bom para colocar o e-commerce para funcionar?’”. A expectativa do presidente precisou ser alinhada, mas em pouco tempo a empresa conseguiu uma plataforma para implementar o e-commerce com ajuda de parceiros.
Logística, tecnologia e comunicação marcam o processo de digitalização das lojas físicas
“Ouço bastante essa história do ‘on e off’. Mas o varejo sempre foi ‘on’. Eu nunca conheci o ‘off’. A gente trabalha 24h por dia, estamos nos relacionando com o cliente o tempo todo, estamos no celular o tempo todo, sempre houve essa interatividade grande dentro do varejo [físico]. Talvez não no canal digital, mas não existe mais essa coisa do ‘on’ e ‘off’”. É assim que Maurício Bendixen Silva, Diretor de Operações do Condor Super Center, começou sua participação durante o painel “Digitalização das lojas físicas: o cliente não está mais só no balcão. Ele está no Brasil inteiro”, na Conferência E-Commerce Brasil em Curitiba, nesta terça-feira (5).
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Da esquerda para direita: Leonardo Franklin e Maurício Silva, do Condor Super Center, e Marcelo Reis, da Lafort[/caption]
Ele conta que apesar dos 48 anos de história do Grupo Condor e da expansão nos últimos anos que transformou a companhia - hoje ela emprega 13 mil colaboradores e conta com 56 lojas e 21 postos de gasolina, entre outros serviços -, o e-commerce não existia. “Nossa empresa é muito tradicional. Somos líderes absolutos de mercado dentro da classe B e C no Paraná, somos líderes de preço e variedade. Mas isso também trazia uma série de barreiras na estratégia para que a gente fosse digital”, conta Silva.
Uma pequena experiência no online havia sido iniciada, mas sempre era deixada “para depois”... até que veio a pandemia. “Aí não teve jeito. Lembro que nosso presidente disse: ‘15 dias está bom para colocar o e-commerce para funcionar?’”. A expectativa do presidente precisou ser alinhada, mas em pouco tempo a empresa conseguiu uma plataforma para implementar o e-commerce com ajuda de parceiros.
Da esquerda para direita: Leonardo Franklin e Maurício Silva, do Condor Super Center, e Marcelo Reis, da Lafort[/caption]
Ele conta que apesar dos 48 anos de história do Grupo Condor e da expansão nos últimos anos que transformou a companhia - hoje ela emprega 13 mil colaboradores e conta com 56 lojas e 21 postos de gasolina, entre outros serviços -, o e-commerce não existia. “Nossa empresa é muito tradicional. Somos líderes absolutos de mercado dentro da classe B e C no Paraná, somos líderes de preço e variedade. Mas isso também trazia uma série de barreiras na estratégia para que a gente fosse digital”, conta Silva.
Uma pequena experiência no online havia sido iniciada, mas sempre era deixada “para depois”... até que veio a pandemia. “Aí não teve jeito. Lembro que nosso presidente disse: ‘15 dias está bom para colocar o e-commerce para funcionar?’”. A expectativa do presidente precisou ser alinhada, mas em pouco tempo a empresa conseguiu uma plataforma para implementar o e-commerce com ajuda de parceiros.