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Estudo pede simplificação de regras globais de proteção de dados

Por: Dinalva Fernandes

Jornalista

Jornalista na E-Commerce Brasil. Graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduada em Política e Relações Internacionais pela FESPSP. Tem experiência em televisão, internet e mídia impressa.

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A proteção de dados pessoais de clientes pode ser feita adequadamente sem forçar os bancos a construir servidores de armazenamento em todos os países em que operam, o que aumentaria custos para os clientes, disse uma consultoria em um estudo nesta terça-feira (8). O International Regulatory Strategy Group (IRSG), com sede em Londres, disse que os dados podem ser suficientemente protegidos sem a exigência de armazenar dados em servidores dentro do país de origem. Tal exigência levou a disputas entre governos e gigantes da tecnologia como Facebook, Twitter e TikTok, mas também está se tornando um problema maior para os bancos que transferem dados de clientes entre países.

Proteção de dados

O IRSG, financiado pela City of London Corporation e TheCityUK, instou os países a basear a proteção de dados em um conjunto de princípios comuns, desenvolvendo os padrões existentes da OCDE. O estudo diz que os bancos enfrentam uma gama variada de regras em cada país, como a proibição de exportar dados e requisitos para manter uma cópia local dos dados. Parlamentares precisam considerar como os dados são usados em um mundo cada vez mais digital, onde a computação em nuvem permite que as empresas acessem novos mercados além das fronteiras nacionais, disse o estudo. Leia também: O que analisar para fazer uma boa gestão do e-commerce? Fonte: Reuters