Pesquisa do Google Survey aponta principais interesses do consumidor ao utilizar app de vendas.[/caption]
O mesmo problema ocorre em empresas que possuem um site mobile first e desejam “embedá-lo no app. “Acham que com isso terão resultado, mas não é verdade. O aplicativo não irá performar simplesmente porque não foi pensado corretamente”, ressaltou Rizzo. Antes de tudo, segundo ele, é preciso pensar por que queremos comprar por app e entender que a preferência de compra já é por esse caminho. “Mas eu devo lembrar que o interesse é porque é mais prático e mais rápido, e não porque tem um monte de funcionalidades ou um programa de loyalty, por exemplo. Por isso eu reforço que fazer simples é o primeiro passo, para depois evoluir o produto”, completou.
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E de fato os dados apresentados pelo executivo impressionam. Segundo ele, a chance de compra pelo app é 4 vezes maior do que por site — o gasto chega a até 80% mais neste mesmo comparativo.
App de vendas: quanto mais simples, mais assertivo e promissor aos negócios
Thiago Rizzo Falanga, Diretor Executivo e Sócio da Corebiz, contou no palco virtual do The Future of E-Commerce 21 - Enterprise as vantagens de ter oferecer um app de vendas no e-commerce. Porém, o “saldo positivo” depende de alguns detalhes no planejamento do app. “Muitos acham que é preciso ter um super app para performar bem, e isso não é uma verdade. Afinal, um aplicativo simples, mas que promove uma venda fluída, é exatamente o que o consumidor espera”, afirmou Rizzo.
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Essa tal simplicidade, segundo ele, deve ser pensada antes de desenvolver o app. “Vejo muitos clientes que não conseguem tirar o aplicativo do papel ou tem um app que não performa. São as famosas ‘distrações’, que tiram o foco da performance do aplicativo. Isso porque ele não precisa ser um super app para funcionar. Ou seja, não precisa ir além das vendas. Afinal, o tão esperado relacionamento com o cliente virá a partir de uma venda bem simples, por isso a importância do ‘fazer simples’”, explicou.
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Pesquisa do Google Survey aponta principais interesses do consumidor ao utilizar app de vendas.[/caption]
O mesmo problema ocorre em empresas que possuem um site mobile first e desejam “embedá-lo no app. “Acham que com isso terão resultado, mas não é verdade. O aplicativo não irá performar simplesmente porque não foi pensado corretamente”, ressaltou Rizzo. Antes de tudo, segundo ele, é preciso pensar por que queremos comprar por app e entender que a preferência de compra já é por esse caminho. “Mas eu devo lembrar que o interesse é porque é mais prático e mais rápido, e não porque tem um monte de funcionalidades ou um programa de loyalty, por exemplo. Por isso eu reforço que fazer simples é o primeiro passo, para depois evoluir o produto”, completou.
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E de fato os dados apresentados pelo executivo impressionam. Segundo ele, a chance de compra pelo app é 4 vezes maior do que por site — o gasto chega a até 80% mais neste mesmo comparativo.
Pesquisa do Google Survey aponta principais interesses do consumidor ao utilizar app de vendas.[/caption]
O mesmo problema ocorre em empresas que possuem um site mobile first e desejam “embedá-lo no app. “Acham que com isso terão resultado, mas não é verdade. O aplicativo não irá performar simplesmente porque não foi pensado corretamente”, ressaltou Rizzo. Antes de tudo, segundo ele, é preciso pensar por que queremos comprar por app e entender que a preferência de compra já é por esse caminho. “Mas eu devo lembrar que o interesse é porque é mais prático e mais rápido, e não porque tem um monte de funcionalidades ou um programa de loyalty, por exemplo. Por isso eu reforço que fazer simples é o primeiro passo, para depois evoluir o produto”, completou.
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E de fato os dados apresentados pelo executivo impressionam. Segundo ele, a chance de compra pelo app é 4 vezes maior do que por site — o gasto chega a até 80% mais neste mesmo comparativo.