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Conferência Minas: 23% das lojas físicas em Belo Horizonte trabalham com e-commerce

Por: Eduardo Mustafa

Graduado em 'Comunicação Social - Jornalismo' com experiência em negócios, comunicação, marketing e comércio eletrônico e pós-graduado em 'Jornalismo Esportivo e Gestão de Negócios'. Foi editor do portal E-Commerce Brasil, do Grupo iMasters (2015 /2016), e atualmente é executivo sênior de contas na Gume

A primeira palestra do segundo dia da Conferência E-Commerce Brasil Minas, que acontece nos dias 26 e 27, em Belo Horizonte, abordou o e-commerce no contexto da crise. Guilherme Almeida, Estudos Econômicos da Fecomércio/MG, realizou uma análise das potencialidades do mercado virtual e revelou que apenas 23% das empresas físicas em Belo Horizonte trabalham com vendas pela internet.

“Estudamos bastante para conseguir explorar o varejo online e o perfil do consumidor, inclusive o de Belo Horizonte. Realizamos uma pesquisa e descobrimos que em 2015 tiveram mais de 28 mil empresas comerciais fechando em Minas Gerais”, explica Almeida.

Guilherme acredita que existem algumas ações para serem realizadas em tempo de crise, como trabalhar os pontos de vendas, qualificação de funcionários, disposição de produtos, satisfação/fidelização de clientes e abrangência.

Potencialidade do e-commerce

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Dados da pesquisa
– 45% homens responderam;
– 55% mulheres responderam;
– 56% ganham mais de 2 a 5 salários mínimos;
– 81,4% possuem acesso a internet;
– 75% dos entrevistados possuem smartphone, sendo que 45% acessam várias vezes ao dia;
– 52% não realizam compras online, sendo que 39% dos respondentes afirmaram que preferem as lojas convencionais e 37% tem receios de fraudes/golpes;
– 25% comprou há mais de 6 meses e 22% comprou nos últimos seis meses;
– 54% compram pela internet pela praticidade, já outros 50% responderam que consumiram por causam dos descontos oferecidos.

Perfil dos consumidores digitais

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perfil dos consumidores

Experiência na compra

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Conclusão
– Maior acesso através de smartphones/tablet, relativo barateamento dos custos de aquisição;
– Difusão das rede sociais, já que 94% dos entrevistados fazem uso de alguma rede sociais e mais da metade afirma que elas influenciam nas compras;
– Maioria utiliza o critério popularidade para a escolha do site onde realizará compras. A importância de se investir na divulgação da marca;
– Maioria dos consumidores pesquisa opiniões de outros compradores para efetivação de suas compras.

Pontos de atenção
– Algum percentual não compra, pois não existe formas de pagamentos que atendem suas necessidades;
– Problemas recorrentes com a logística (atraso na entrega, logística reversa ineficiente);
– Medo de fraude, golpe e receio de passar informações pessoais (aspectos culturais e importância de se investir em segurança digital).