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  Redação E-Commerce Brasil

Roupas e cosméticos farão e-commerce brasileiro crescer nos próximos anos

Terça-feira, 10 de março de 2020   Tempo de leitura: 2 minutos

Executivos das principais empresas de varejo no Brasil concordaram que a “segunda onda” do e-commerce está crescendo, com as categorias de roupas e de cosméticos mostrando grande potencial para os próximos anos.

Em reunião organizada pela equipe da Ágora Investimentos – que contou com a participação de nomes conhecidos, como os CEOs Frederico Trajano, do Magazine Luiza, Fabio Faccio, da Lojas Renner, e Marco Zolet, da Supermercado Now (recentemente adquirida pela B2W) –, os profissionais defenderam que a prática de fulfillment (processo completo do atendimento de pedidos) será o principal fator para o crescimento das novas categorias.

“O Magazine Luiza está ampliando as soluções de cross-docking para o mercado (onde muitas das novas categorias são vendidas), visando acelerar as entregas”, exemplificaram Richard Cathcart e Flávia Meireles, analistas da Ágora. “Isso provavelmente aumentará no curto prazo, quando a Renner concluir a implantação da capacidade de visualizar e comprar o estoque da loja online”.

Na avaliação da B2W, a categoria é um fator de crescimento de curto prazo. Já Laís Farhart, diretora de comércio eletrônico da Unilever, destacou que dados da Ebit/Nielsen sugerem que a mercearia online está decolando. Trajano é da opinião de que a categoria será relevante a longo prazo, mas levará tempo para se consolidar.

Venda cruzada

A Renner está focada em aumentar a quantidade de clientes omnichannel. A companhia percebeu que eles são mais valiosos do que os consumidores de canal único, segundo reportagem do Money Times.

O Magazine Luiza pensa igual. Para a varejista, o modelo de venda cruzada é uma grande oportunidade, uma vez que 18 milhões de clientes do site Magazine Luiza nunca compraram na Netshoes/Zattini e outros 4 milhões do segundo portal não realizaram compras no primeiro.

Leia também: Compre&Confie: e-commerce brasileiro deve faturar R$ 90 bi em 2020

As informações são do Money Times

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