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E-commerce global atingirá US$ 9,3 trilhões até 2027, revela estudo

Por: Giuliano Gonçalves

Jornalista do portal E-Commerce Brasil, possui formação em Produção Multimídia pelo SENAC e especialização em técnicas de SEO. Sua missão é espalhar conteúdos inspiradores.

Um recente relatório da GlobalData mostra que as transações globais de e-commerce cresceram de US$ 2,5 trilhões em 2016 para US$ 5,9 trilhões em 2022 — a uma taxa composta de crescimento anual de 15%.

Apesar de mais da metade do número vir da China e dos Estado Unidos, mercados emergentes serão grandes responsáveis pelo incremento do e-commerce mundial

Diante desse número, a pesquisadora afirma que número reflete uma taxa composta de crescimento anual de 9,5% de 2022 a 2027. Neste caso, tudo leva a crer que o mercado global de e-commerce valerá, até 2027, o equivalente a US$ 9,3 bilhões.

Desse valor, segundo o estudo, mais da metade virá da China e dos Estado Unidos. Ainda assim, os mercados emergentes serão grandes responsáveis pelo incremento. América Latina, por exemplo, já figura na segunda posição quando o assunto é Live Commerce, atrás somente da China. Vale lembrar que esse mercado movimentou cerca de US$ 157 bi em 2021.

Outros mercados eletrônicos em ascensão

De acordo com a oreferrer noopener">pesquisa da Global Gift Card Survey, a indústria de cartões-presente deve movimentar mais de US$ 688 milhões até 2026. Neste caso, a movimentação refletirá em um crescimento de 9% nos próximos 4 anos.

Outro mercado digital que cresce ano a ano é o de NFTs, já estimado em US$ 120 bi. Somente em 2023, o valor correspondente a este setor oscila entre US$ 28 e US$ 38 bilhões. E, segundo outro levantamento, sua taxa de crescimento anual composta (CAGR) tem previsão de variar entre 18% a 35%.

No Brasil, como já mostrou um estudo da Worldpay, o crescimento do e-commerce até 2025 será de 18%. No mesmo conteúdo, o país se destaca como o que mais aderiu aos pagamentos por cartão de crédito, com 44,7% do valor das transações. Cartões de débito, por sua vez, compuseram outros 18,2% do valor das transações da região no ano passado.