Redação E-Commerce Brasil

Especialista vê interação positiva entre os meios de pagamento digitais e os tradicionais

Terça-feira, 25 de agosto de 2020   Tempo de leitura: 3 minutos

“Qual o futuro dos meios de pagamento em escala global?”. Essa foi a pergunta que Angelo Vicente, CEO do Ecadeiras, fez a Kevin Shimota durante o The Future of E-Commerce: Payments, evento focado em pagamentos e novas tecnologias digitais promovido pelo E-Commerce Brasil. Kevin Shimota é especialista em tecnologias chinesas e já foi gerente global do WeChat, aplicativo que vem inovando por associar compras no ambiente digital com serviço de mensagens.

Na opinião de Shimota, a China hoje é um exemplo que deve ser seguido mundialmente. Isso porque a China hoje transaciona muito mais dinheiro de maneira digital do que os Estados Unidos, por exemplo. Na experiência de Shimota ao trabalhar no país, a ascensão dos meios de pagamento digitais “mostrou que existe um vácuo com relação ao resto do mundo, pois esse tipo de tecnologia ajudou a economia deles e impulsionou negócios e o e-commerce”.

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Oportunidades na China

Porém, o especialista vê uma dificuldade de outras empresas globais em acompanhar as tendências chinesas: “o resto do mundo está perdendo um pouco a oportunidade de aprender com a China, por medo e por causa da Covid-19”, ele explica.

Mesmo assim, algumas empresas estão aproveitando para se inspirar, como é o caso do Facebook, que está prestando atenção de maneira próxima às tecnologias chinesas. De acordo com Shimota, esse é um caminho promissor a se seguir.

WeChat e Alipay

Respondendo à pergunta do Jean Makdissi, CEO da Íntima Store, sobre o papel das fintechs neste cenário, Shimota vê com bons olhos as inovações: “novos modelos de negócios possibilitam que pessoas jovens investam seu tempo em ideias disruptivas”. Além disso, Shimota explica que o “WeChat e o Alipay mostram os benefícios de ter soluções no meio”.

Ou seja, essas ferramentas pegam as necessidades de consumidores digitais e traduzem para o meio tradicional dos bancos. Dessa forma, “existe uma interação, uma codependência e uma cooperação entre as ferramentas”.

Por Júlia Rondinelli, da redação E-Commerce Brasil.

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