Estudos indicam que o sistema de crediário foi criado em 1858, por um empresário que vendia máquinas de costura. Porém, ele ganhou mais relevância no varejo em 1950, quando as Casas Bahia implementaram o carnê físico.
Portanto, não é de hoje que os consumidores criaram uma cultura de parcelar compras, enquanto os lojistas aprenderam que nessa modalidade o cliente retorna para pagar o carnê e acaba comprando novamente. Esse processo fez com que o modelo de negócio se consolidasse por aqui. Apesar de bastante comum, só agora o resto do mundo está entendendo a eficiência do varejista parcelar as vendas com o consumidor pagando "mais tarde".
Buy now, pay later: o que é e quais são as vantagens para as empresas varejistas e consumidores?
De uns tempos para cá, muito se ouve falar sobre ‘buy now pay later’ e provavelmente diversas pessoas já se depararam com esta expressão. O termo começou a ser usado fora do país por novas empresas que iniciaram suas operações de vendas a prazo sem o uso do cartão de crédito.
Ele começou a ser reverberado no Brasil como algo novo, embora aqui o “compre agora e pague depois” não seja exatamente uma novidade. Nada mais é do que um sistema de crediário, modalidade que existe há anos e traz uma série de benefícios para os consumidores e o setor varejista brasileiro.
Estudos indicam que o sistema de crediário foi criado em 1858, por um empresário que vendia máquinas de costura. Porém, ele ganhou mais relevância no varejo em 1950, quando as Casas Bahia implementaram o carnê físico.
Portanto, não é de hoje que os consumidores criaram uma cultura de parcelar compras, enquanto os lojistas aprenderam que nessa modalidade o cliente retorna para pagar o carnê e acaba comprando novamente. Esse processo fez com que o modelo de negócio se consolidasse por aqui. Apesar de bastante comum, só agora o resto do mundo está entendendo a eficiência do varejista parcelar as vendas com o consumidor pagando "mais tarde".
Estudos indicam que o sistema de crediário foi criado em 1858, por um empresário que vendia máquinas de costura. Porém, ele ganhou mais relevância no varejo em 1950, quando as Casas Bahia implementaram o carnê físico.
Portanto, não é de hoje que os consumidores criaram uma cultura de parcelar compras, enquanto os lojistas aprenderam que nessa modalidade o cliente retorna para pagar o carnê e acaba comprando novamente. Esse processo fez com que o modelo de negócio se consolidasse por aqui. Apesar de bastante comum, só agora o resto do mundo está entendendo a eficiência do varejista parcelar as vendas com o consumidor pagando "mais tarde".