Por que as lojas virtuais deveriam entrar no marketplace ainda em 2016?

por Vinicius Pessin Quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Lojas virtuais deveriam avaliar a migração para marketplaces ainda em 2016, e a razão é simples: há uma série de oportunidades pelo caminho e que podem gerar vendas significativas e ajudar a aumentar o faturamento de quem já está na web.

O Dia do Consumidor, por exemplo, teve seu faturamento ampliado em 12% em 2016 se comparado ao ano passado. E o otimismo da data foi só uma parcela do esperado para o ano, já que dados do E-bit/Buscapé apostam em um crescimento nominal de 8% do e-commerce este ano e um ticket médio de R$419, valor este também 8% superior ao do ano passado.

Certo, a projeção é boa, mas será que não é muito tarde para entrar no marketplace ainda em 2016?

A resposta é: não!

Não principalmente porque as projeções ainda têm tudo para serem aceleradas nos próximos meses, já que as principais datas do e-commerce ocorrem, em sua maioria, durante o segundo semestre. Veja que a Black Friday sozinha tende a movimentar em um único dia uma verba que por si só justificaria a entrada da loja virtual no marketplace. Para você ter uma ideia, no ano passado foram R$ 1,64 bi circulando apenas no Brasil e apenas na última sexta de novembro, quando ocorre o dia de promoções no varejo on e offline.

O que já parece ótimo melhora ainda mais quando consideramos que datas como o Dia dos Pais, Dia das Crianças, Cyber Monday e o Natal também estão concentradas no segundo semestre. Assim, lojistas ainda contam com uma bela oportunidade de aproveitar todas estas datas para se expandir no mercado e em um ano promissor para o e-commerce.

Algumas datas para ficar de olho
Para te ajudar a entender o potencial das datas que ainda não ocorreram em 2016, mas que representam belas oportunidades de negócio, fique atento à seguinte agenda:

14 de agosto – Dia dos Pais: movimentou R$1,51 bilhões em 2015 no período de 25 de julho e 8 de agosto de 2015. O ticket médio foi de R$424 e o crescimento de 4% em relação aos dados de 2014.

12 de outubro – Dia das Crianças: movimentou R$1,47 bilhões em 2015 no período de 28 de setembro e 11 de outubro de 2015. O ticket médio foi de R$385 e o crescimento de 9% em relação aos dados de 2014.

25 de novembro – Black Friday: movimentou R$1,64 bilhões em 2015 apenas no dia 27 de novembro de 2015 (a última sexta de novembro no ano de 2015). O ticket médio foi de R$580 e o crescimento foi de 38% em relação aos dados de 2014.

28 de novembro – Cyber Monday: movimentou R$294 milhões em 2015 apenas no dia 30 de novembro de 2015. O ticket médio foi de R$433 e o crescimento foi de 56% em relação aos dados de 2014.

25 de dezembro – Natal: movimentou R$7,40 bilhões em 2015 no período de 15 de novembro a 24 de dezembro de 2015. O ticket médio foi de R$420 e o crescimento de 26% em relação aos dados de 2014.

Os dados acima são todos do E-bit/Buscapé e apresentam todo o potencial dessas datas centradas no segundo semestre. Como é possível notar, o crescimento para 2016 é uma projeção, mas totalmente embasada no fato de que o e-commerce teve um ano favorável e de pleno crescimento já em 2015.

Outras datas que podem ser estratégicas para alguns lojistas são:

  • 15 de agosto – Dia da Informática
  • 15 de setembro – Dia do Cliente
  • 22 de setembro – Brasil Game Day
  • 29 de outubro – Dia Nacional do Livro
  • 26 de dezembro – Boxing Day
  • 31 de janeiro – Reveillon

É possível, de acordo com o ramo de atuação, criar promoções especiais para essas datas e capturar uma fatia do mercado a partir dos marketplaces. É que a integração com estes “shoppings virtuais” pode expor muito mais os produtos do e-commerce e em lojas que o consumidor já tende a frequentar e confiar.

Mas, por que este é um bom momento para as lojas virtuais adotarem o marketplace?
O marketplace representa um universo de oportunidades de negócios para os lojistas, uma vez que tende a atrair um grande número de compradores que se aproximam destes espaços como ocorre com clientes de grandes redes como Americanas.com, Submarino ou Shoptime.

Por conhecer algumas destas ou outras lojas, o cliente costuma procurá-las para consultar preços de produtos e efetivar suas compras nestes espaços que já confia. Desta forma, quando o comerciante integra sua loja virtual lá, ele tem a chance de expor seus produtos para mais gente e chegar até um público com interesse e poder de compra que normalmente ele não alcançaria tão facilmente.

Como as vendas pela web devem “fechar no azul” e apresentar crescimento em 2016, o melhor é os lojistas aproveitarem a facilidade da migração e começarem a aumentar sua rentabilidade agora mesmo. O cenário e as datas do e-commerce que estão por vir podem abrir muitas oportunidades de negócio e quem estiver exposto no marketplace poderá se posicionar melhor durante esses períodos.

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