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  Redação E-Commerce Brasil

Reformulações no e-commerce da Médicos Sem Fronteiras faz doações online dispararem

Quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Após remodelação da sua plataforma e-commerce, a Médico Sem Fronteiras viu subir de 65% para 75% o percentual de pessoas que preferem doar por meio do site quando comparado aos que optam pelo call center. Além disso, as contribuições feitas por meio de celulares e tablets subiram de 25% para 30%.

O aumento veio após a reformulação do site da organização internacional, em meados de 2014, para garantir que o processo de doação pela internet fosse mais eficiente, além de melhorar a oferta de informações à população.

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De acordo com a organização, essa mudança permite otimizar a quantia arrecadada, pois o custo de manutenção da página web é inferior ao de manter uma equipe de atendentes telefônicos.

“A ideia era unificar todos os sites da MSF em um mesmo sistema de gestão de conteúdo, no caso o Drupal. Procuramos uma empresa brasileira especializada na plataforma e avançamos com o projeto”, afirmou Jéssica Urdangarin, coordenadora de comunicação digital da organização.

“Foi duplamente positivo: além de ser uma necessidade internacional, o site anterior já estava obsoleto”, contou. A empresa escolhida para conduzir a remodelação foi a Itelios, consultoria de tecnologia especializada em e-commerce e conteúdo.

As alterações realizadas na página simplificaram o preenchimento de formulários para doação, facilitaram o processo como um todo, permitiram gerar relatórios mais eficientes, promoveram responsividade ao mobile, assim como melhorar a interface utilizada pela equipe para criar e distribuir conteúdo informativo.

“Somos um caso bem específico, já que, por um lado, nossa estrutura é semelhante a um e-commerce, em que os usuários efetuam transações online, mas, por outro, não há um produto sendo adquirido, o doador tem um ato de solidariedade e não espera de nós nada em troca, apenas a boa gestão dos recursos”, explicou Jéssica.

Outra preocupação foi garantir que o site da Médicos Sem Fronteira nunca saísse do ar. “Se deixamos de receber doações, os esforços para salvar vidas são diretamente afetados”, disse Jéssica. Para tanto, a página foi programada para ser capaz de se auto-escalonar: frente a um tráfego repentinamente grande, automaticamente mais espaço no servidor é utilizado.

Segundo Rafael Ruppel, diretor da Itelios no Brasil, isso garante a autonomia para que o endereço funcione normalmente mesmo num caso onde, por exemplo, um desastre ambiental faça com que uma multidão decida doar ao mesmo tempo.

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