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Dia das Mães: 32% pretendem comprar presentes apesar de quarentena

Por: Dinalva Fernandes

Jornalista

Jornalista na E-Commerce Brasil. Graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduada em Política e Relações Internacionais pela FESPSP. Tem experiência em televisão, internet e mídia impressa.

Para entender os impactos da pandemia de Covid-19 sobre o Dia das Mães — data mais importante do varejo no primeiro semestre —, o Google realizou uma pesquisa online com 400 brasileiros entre os dia 8 e 11 de abril. Os resultados mostram que, apesar do contexto de distanciamento social e orçamento apertado, 32% dos entrevistados pretendem presentear na data.

Para 58% das pessoas, o atual cenário deve impactar a celebração de Dia das Mães e alguns costumes de comemoração, como o almoço com a família reunida, serão deixados de lado:

  • O almoço terá menos convidados – 39%
  • Não haverá ou não irei ao almoço de Dia das Mães – 27%
  • Deixarei de ir a restaurantes – 23%
  • Deixarei/adiarei alguma viagem na data – 11%

Já para 60% do brasileiros, a forma de comprar presentes mudará em 2020:

  • Comprar online – 37%
  • Vou comprar de pequenos comércios próximos – 20%
  • Comprar depois da quarentena – 20%
  • Vou pedir a minha mãe para escolher -15%
  • Comprar com antecedência -12%
  • Comprar de revendedores/catálogos – 7%

Mudança na compra

Com o objetivo de facilitar a compra, 36% dos brasileiros pretende mudar a categoria de presente que estão habituados a dar na data. Para estes, a principal razão é:

  • Escolher presentes que são mais fáceis de comprar online – 27%
  • Dar presentes que ajudem na quarentena – 25%
  • Escolher presentes mais fáceis ou sem necessidade de troca – 20%
  • Dar presentes mais baratos – 18%
  • Poder comprar na loja física – 10%

Segundo o Google, em 2020, as marcas e o varejo precisam ajudar a celebrar o Dia das Mães em um ano atípico:

  • Para homenagear as mães em 2020, o contexto agrega um novo elemento, que é a tensão de querer celebrar a data sem poder estar perto;
  • O sortimento, que já é palavra-chave para a data, passa a ser ainda mais relevante, com o surgimento de interesse em novas categorias, além das tradicionais moda, beleza e eletro;
  • O e-commerce terá papel essencial, mas o varejo também pode atender a demanda por novos canais, mais próximos e flexíveis, como forma de mitigar as barreiras da compra online.

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