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A entrada das classes D e E no mercado

Por: Vivianne Vilela

Diretora de Conteúdo do E-Commerce Brasil

Vivianne Vilela atua como Diretora de Conteúdo, do E-Commerce Brasil há mais de 11 anos. É responsável pela curadoria dos eventos, dentre eles o Fórum E-Commerce Brasil (maior evento de <nowrap>e-commerce</nowrap> das Américas). Passou mais de 7 anos trabalhando em projetos nacionais para promover a inclusão, transformação e expansão no uso da tecnologia dos pequenos negócios no Brasil pelo Sebrae Nacional.

Após a explosão de empresas e produtos voltados para os consumidores da famosa nova classe média, especialistas alertam para o potencial de crescimento de negócios que pretendem atender famílias com renda mensal de até R$ 1,2 mil.

Trata-se de um contingente de 95 milhões de pessoas que, até então deixados de lado da expansão econômica experimentada na última década, passa a se configurar como uma opção atraente pelo mercado.

Mas para acessar esse universo de consumo, é importante estar atento ao que separa esse público da classe média. A começar pelos valores distintos.

“Não é só montar uma empresa e investir no consumo. O empreendedor precisa entregar um produto que impacte de alguma forma na vida da pessoa”, afirma Marcel Fukayama, presidente da CDI Lan, consultoria que transforma Lan houses em centros de conveniências nas periferias de grandes cidades.

“As oportunidades com o público D e E são inúmeras. Mas as empresas ainda subestimam esse segmento, formado por 95 milhões de pessoas mal servidas”, destaca Luciana Aguiar, sócia-diretora da Plano CDE, consultoria especializada em baixa renda.

(Por Estadão)