White label e marketplace: tecnologias que impulsionam o varejo de alimentos

por Fernando Bravo Segunda-feira, 21 de setembro de 2020   Tempo de leitura: 3 minutos

A “economia de baixo contato”, conceito usado pelo Board of Innovation (Conselho de Inovação) começa a se popularizar no Brasil. Ela vai definir como viveremos no pós-pandemia, no qual pessoas e organizações descobrirão os benefícios de uma nova maneira de viver e trabalhar, desafiando os negócios tradicionais e normas de estilo de vida. Neste conceito, uma mudança já é percebida claramente: a de comportamento dos brasileiros em relação à compra online e ao delivery de alimentos.

Essa mudança no hábito de consumir exigiu uma rápida adaptação dos canais de venda. O processo de transformação digital foi acelerado em diversos segmentos — em especial, o de supermercados. Hoje, comprar alimentos pela internet é uma realidade na vida de muitos brasileiros. Prova disso é o movimento de importantes players do setor, como o Grupo Pão de Açúcar (GPA). Com grande crescimento nas vendas virtuais, ele ampliou a sua capacidade de atendimento nos canais pela internet. Ou seja, intensificou o seu processo de digitalização, que era previsto para dois anos, para apenas três meses.

Neste cenário, a dúvida que paira para os varejistas é única: qual plataforma de vendas online escolher. O modelo marketplace e super aplicativo (Apps) é bastante conhecido. Em um primeiro momento, chama a atenção do comerciante pela sua base já estabelecida de clientes. Contudo, vale lembrar que essa base, bem como o relacionamento com esse cliente, são totalmente centralizados pela plataforma.

Portanto, para quem quer manter os clientes bem por perto, a solução white label é a mais recomendada. Desenvolvido por parceiros especializados em e-commerce, o modelo white label permite ao varejo ter a sua própria plataforma de venda com a sua marca e identidade — ou seja, vender por um canal proprietário. Além disso, o varejista mantém o relacionamento direto e personalizado com seus clientes, já que toda base de dados é do próprio varejista.

No fim das contas, a escolha final é de cada varejista. Porém, o que eu posso garantir é que o desafio será sempre o mesmo: como manter o padrão de qualidade, atendimento e entrega em todos os canais sem perder o relacionamento com o cliente. Oferecer ao cliente uma experiência omnichannel é um caminho sem volta. Para isso, é preciso estar preparado e ter parceiros especializados que garantam todas as etapas do processo de compra do consumidor — desde a logística até a entrega do produto. Como cada cliente é único e possui desafios diferentes, o verdadeiro papel de um parceiro de e-commerce é estar próximo para ajudar a solucionar a “dor” do varejista.

Gostou desse artigo? Não esqueça de avaliá-lo!
Quer fazer parte do time de articulistas do portal, tem alguma sugestão ou crítica?
Envie um e-mail para redacao@ecommercebrasil.com.br

Você recomendaria esse artigo para um amigo?

Nunca

 

Com certeza

Deixe seu comentário

0 comentários

Comentários

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Comentando como Anônimo

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

  Assine nossa Newsletter

Fique por dentro de todas as novidades, eventos, cursos, conteúdos exclusivos e muito mais.

Obrigado!

Você está inscrito em nossa Newsletter. Enviaremos, periodicamente, novidades e conteúdos relevantes para o seu negócio.

Não se preocupe, também detestamos spam.