Como o ERP pode ajudar as indústrias a adotarem o modelo D2C

por Rossano Cavicchiolli Terça-feira, 17 de novembro de 2020   Tempo de leitura: 3 minutos
O comércio eletrônico abriu as portas para os mais variados negócios e empreendimentos ofertarem seus produtos. Dessa maneira, não apenas as empresas puderam ampliar seus canais de venda, como também explorar públicos até então desconhecidos.

E não foi diferente para as grandes indústrias. O e-commerce vem como uma grande oportunidade para essas companhias ampliarem cada vez mais a atuação no mercado. Com isso surge o modelo de negócio D2C, no qual os fabricantes fazem a venda direta para o consumidor final (do inglês, direct to consumer).

Essa nova estratégia de vendas já é utilizada fora do Brasil desde 2012, mas não é tão simples quanto parece. Apesar de permitir que as indústrias consigam melhorar suas margens de lucros, ela precisa ser implementada com muito cuidado.

Cuidados na adoção do D2C

Primeiro para não impactar a relação que já existe com os revendedores daquela marca. Afinal, por que o consumidor iria comprar o mesmo produto em uma loja física, com um preço mais alto, se ele pode ir ao e-commerce da fábrica?

Saber reavaliar as políticas internas e encontrar um ponto de equilíbrio entre esses dois canais de venda é essencial. Não apenas para garantir o aumento da operação, mas para também evitar concorrências desnecessárias.

Outro ponto de atenção no início do D2C é a implementação do e-commerce por si só. São diversas informações que circulam pelas plataformas de lojas virtuais, que é muito fácil perder o controle. Principalmente no começo.

Entendendo a venda direta

Identificar quais são os melhores canais para anunciar um produto, quais ofertas realmente geram mais conversões, quais cidades movimentam seu estoque… São alguns dos desafios iniciais de qualquer loja virtual. Com o intuito de ajudar a organizar melhor esses processos, empresas começaram a desenvolver softwares voltados para essa realidade.

Sistemas de gestão permitem que a operação de qualquer e-commerce seja cada vez mais otimizada e escalável. Assim, as grandes indústrias podem tomar decisões mais rápidas, com informações mais confiáveis, e conseguem suportar um alto volume de demanda.

Além disso, alguns sistemas ainda permitem transformar a venda direta para o consumidor em um relacionamento com o fabricante. Todos os dados necessários para entender quem é esse cliente e qual seu comportamento ficam a poucos cliques de distância.

Até o relacionamento com revendedores pode se beneficiar de uma gestão otimizada. Ao entender os principais pontos de venda, a indústria pode criar ações específicas em parceria com seus vendedores locais e aumentar os resultados para ambos.

Como comentado anteriormente, algumas empresas oferecem uma solução completa de softwares e sistemas. Eles podem potencializar os resultados das grandes indústrias nesse universo eletrônico e aproximar cada vez mais o relacionamento com o consumidor final. Se você ainda não sabe como construir esse vínculo, confira as dicas que preparei para facilitar o processo no neste artigo.

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