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  Redação E-Commerce Brasil

A transformação do Magazine Luiza para se tornar cada vez mais digital

Sexta-feira, 09 de agosto de 2019   Tempo de leitura: 1 minuto

Os números impressionam: 17 milhões de clientes ativos. Crescimento de 60% no digital no ano passado. 956 lojas. 18 centros de distribuição. E uma rede de quase 3 mil microtransportadores. Poderia ser uma multinacional estrangeira, mas é produto nacional: os dados são do Magazine Luiza.

Hoje, 36% da receita da companhia vem da internet, afirma André Fatala, CTO da empresa. Durante o Fórum E-Commerce Brasil 2019, ele explicou que a loja passou por um processo de transformação que resultou em grandes mudanças.  Quando a empresa fundou o Luiza Labs, laboratório de inovações do Magazine Luiza, Fatala foi o funcionário número 1 e ajudou a implantar todas as mudanças.

André Fatala explicou o Luiza Labs, do Magazine Luiza, durante o Fórum E-Commerce Brasil 2019
André Fatala explicou o Luiza Labs durante o Fórum E-Commerce Brasil 2019

O Labs passou a ser responsável pela parte operacional do desenvolvimento do e-commerce.  “Passei alguns dias pensando em como a gente iria organizar as coisas para poder continuar sendo ágil da maneira que já estava sendo”, revelou Fatala.

A empresa, segundo o CTO, seguiu por um caminho em que precisaria ser “orientada aos serviços que estavam sendo desenvolvidos”. As equipes eram montadas “em volta das aplicações” que estavam em desenvolvimento.

Em 2014, já havia no grupo a certeza de que seria necessário construir microsserviços. Exemplo disso é a aplicação que só cuida de cálculo de frete. Ou a aplicação responsável pela gestão de estoque. Ou ainda, uma aplicação exclusiva para pagamentos.

“Era necessário ter uma agilidade em escala. E só há agilidade em escala quando se descentraliza a tomada de decisão”, explicou.

Lojas digitais do Magazine Luíza

De acordo com Fatala, em 2015 surgiu a missão para o Lab cuidar das lojas físicas. Ou seja, digitalizá-las. “E fazer com que tudo o que acontecia dentro da loja física, como o tempo médio de venda de um produto (que era de 40 minutos), diminuísse drasticamente”, explicou. O grande foco estava em responder a seguinte questão: como eu uso a tecnologia para entender esses processos e, a partir daí, tentar encurtar o tempo?

“Muito se fala que a transformação digital é a disrupção. Mas o digital pode ser usado, primeiramente, para trazer mais eficiência”, alertou.

Por Rafael Chinaglia, da Redação E-Commerce Brasil

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