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  Redação E-Commerce Brasil

Seis tendência de marketing de influência para este ano

Sexta-feira, 07 de janeiro de 2022   Tempo de leitura: 5 minutos

Com toda a relevância que a indústria do marketing de influência ganhou nos últimos anos, algumas tendências tiveram destaque em 2021 e a expectativa é que elas continuem ainda neste ano. 

Vídeos curtos, por exemplo, são umas das comunicações mais aderidas e usadas pelo público. A inclusão e a diversidade dos influenciadores e o apoio a causas sociais também continuam tendo forte importância. Além dessas adesões, outras práticas também começarão a ganhar maior visibilidade. Segue abaixo algumas delas, de acordo com a agência regional de comunicação another.

1. Exigência nos resultados

A previsão é que para 2022 os resultados individuais sejam avaliados independente do seus objetivos. Segundo Maricarmen Alcocer, gerente de influencer marketing na another, “os clientes estão cada vez mais críticos em relação às métricas e resultados entregues […]”. 

2. Mais relevância para nano e micro influenciadores

Hoje o Brasil tem mais de 1 milhão de micro influenciadores (perfis que têm entre 10 mil e 100 mil seguidores). Eles são especialistas em determinado assunto, nicho ou área específica. Mas o que os torna mais “valiosos” é o vínculo e o relacionamento mais uniforme com seus fiéis seguidores, que buscam por conteúdos mais específicos e que tenham alguma afinidade com o comunicador. 

A criação de conteúdos criativos e personalizados e os baixos custos envolvidos, também tem grande relação com o crescimento da categoria.

3. Regras claras para todos

Uma das previsões mais importantes para 2022 é a profissionalização do setor. Como é o caso da Federal Trade Commission (FTC), nos Estados Unidos; da Advertising Standards Authority (ASA), no Reino Unido; e da Ley General de la Publicidad, na Espanha.  

Mas a América Latina ainda tem um processo muito longo quanto a regularização de influenciadores. 

Outra previsão para este ano é que os influenciadores serão mais transparentes.

4. Lives e social commerce

A quantidade de lives simultâneas que aconteceram nos últimos dois anos, transformou a forma de consumo e trouxe uma demanda que deve continuar crescendo. 

O live streaming e-commerce, por exemplo, incorpora redes sociais, como TikTok e o Instagram, dando a possibilidade das marcas adicionarem links de compras em vídeos ao vivo para que o público finalize a compra sem precisar sair do aplicativo. 

A China, que é pioneira em live commerces no mundo, movimentou US$ 200 bilhões em 2020 e a estimativa, segundo a Reseach and Market, é que a indústria global do “e-commerce social” deve faturar US$600 bilhões até 2027.

5. NFTs, metaverso e influenciadores digitais

Termos como metaverso e inteligência virtual já entraram no nosso vocabulário desde quando a realidade virtual, de fato, se tornou uma realidade. 

E claro que essa nova maneira de se comunicar e conviver, chamou a atenção dos influenciadores como uma estratégia de popularização. 

Portanto, a criatividade e inovação precisarão ser eficientes, já que é possível prever o grande número de campanhas dentro deste mundo virtual. Agora, além das redes sociais, a tendência é que eles dominarão o futuro do metaverso.

6. Boom de influenciadores esportivos

Ano de Copa do Mundo e, segundo Miguel Bojorges, gerente de influencer marketing na another“o desafio será selecionar de forma inteligente o perfil que corresponda à marca e co-criar conteúdo genuíno e que atinja os objetivos desejados”. 

Fontes: Forbes e Estadão

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