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  Redação E-Commerce Brasil

Tecnologia para aumentar produtividade

Sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

A NRF 2016 deixou claro que não existe mais barreira entre online e off-line. Tudo agora é “all line”. Os varejistas prepararam a sua retaguarda para atender esse novo comportamento de compra e entender profundamente esse consumidor e sua jornada de compras, seja na loja física seja na virtual. Mobile payment e mobile wallet já são realidade no varejo. Quem ainda não tem está atrasado. Muitos expositores apresentaram soluções de analytics para interpretar os dados e informações geradas (big data) e oferecer soluções.

A partir desse conhecimento várias empresas de tecnologia descobriram necessidades dos consumidores que existem, mas que a gente, como consumidor, ainda não tem ideia de que precise de tal solução ou serviço.

Produtividade é a palavra-chave desta edição da NRF. Seja para o varejo, seja para o consumidor e wearable (a tecnologia aplicada no que você pode usar ou vestir) é a aplicação que permitirá ao consumidor tornar seu dia a dia ainda mais produtivo.

A seguir, alguns dos exemplos de wearable em destaque no Big Show:

1. No laboratório de inovação da NRF, chamou atenção uma camiseta preta da Polo Ralph Lauren com tecido que vem com o sensor tipo polar para ler batimento cardíaco, gasto de calorias etc. Já a SAP mostrou um tênis de golf que avisa o atleta que o seu uso já se esgotou.

2. Para atender e informar o consumidor sem que ele precise ficar lendo aquelas letras pequenas da embalagem, a Intel apresentou o seguinte case: um sensor de presença no Supermercado do Futuro da COOP Itália que permite que ao passar a mão em cima do produto uma tela em cima da gôndola mostre todas as informações nutricionais, de rastreabilidade e de sustentabilidade (consumo de CO2, por exemplo) daquele produto.

3. A SAP colore umas caixas espalhadas em pontos-chave das lojas com o tempo que o consumidor fica na frente do produto e, com isso, o vendedor monitora no seu palm as áreas quentes e frias da loja. Essa mesma caixa gera ainda informações em uma tela com todos os detalhes do produto.

4. A Catalyst desenvolveu um espelho com delay para que o consumidor, quando estiver no provador, possa ver como ficou a roupa na parte de trás, ou seja, nas suas costas. Esse serviço está aumentando consideravelmente as vendas.

5. A Kinectic apresentou uma solução para ser colocada no espelho do provador das lojas de calçados; o objeto sugere roupas para combinar com os sapatos que o consumidor está experimentando. Com isso a conversão das vendas de sapatos desses varejistas praticamente dobrou.

6. A Pricer apresentou uma nova geração de etiquetas eletrônicas com tecnologia infravermelho que baixa de três minutos para três segundos a mudança e controle de preços nas gôndolas, o que traz uma vantagem agregada, a durabilidade. Atualmente as etiquetas eletrônicas duram em torno de três anos e essa durará oito anos, reduzindo muito os custos do varejista e resolvendo definitivamente as diferenças de preço caixa-gôndola.

7. A NCR apresentou um aplicativo que integra todas as soluções e listas de compras do consumidor, permitindo que na loja ele simplesmente converta a sua compra optando por interagir com o programa de lealdade do varejo bem como a escolha da forma de pagamento seja pelo mobile, seja pelo checkout do próprio supermercado.

8. A Tyco criou um provador com uma solução que associa o uso da etiqueta RFID com um sensor e possibilita que o consumidor se sinta o tempo todo atendido nas suas demandas quando experimenta as roupas. Desde a reposição de peças até sugestões de complementos. Isso aumenta consideravelmente a conversão e por outro lado reduz risco de roubo ou furto, porque as peças são monitoradas e rastreadas em tempo real.

9. Já a Microsoft mostrou várias soluções de analytics que ajudam o varejista a conhecer e entender melhor a jornada de compras do consumidor dentro das suas lojas.

10. Por fim, a rede de lojas de departamento inglesa John Lewis comunicou que 40% das suas vendas do Natal de 2015 foram feitas por internet e 65% dessas foram feitas utilizando smartphone. Esse comportamento levou a rede a construir um novo centro de distribuição e preparar toda a sua estrutura logística para atender à nova demanda.

Via Romano Pansera / Fonte: Meio&Mensagem

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