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  Redação E-Commerce Brasil

Soluções inteligentes facilitam gestão financeira das empreendedoras

Terça-feira, 25 de setembro de 2018   Tempo de leitura: 2 minutos

As mulheres têm aumentado consideravelmente sua participação no mercado de trabalho e também encontraram no empreendedorismo uma nova forma de vida, principalmente após a maternidade (68% trabalham em casa).

De acordo com dados da Serasa Experian, as empreendedoras já somam 8 milhões em todo o Brasil sendo que a maioria 27,6% tem entre 31 e 40 anos e está localizada na região Sudeste (53,2%) e Sul (19,5%).

Os ramos em que atuam são negócios focados em comércio de produto (33%), ramo alimentício (20%) e indústria de transformação (12%), sendo que o faturamento de 36% delas é de R$ 2.500 por mês e outras 33% alcançam uma receita igual ou superior a R$ 10 mil mensais.

Com o aumento da participação feminina no mercado de trabalho, não é surpresa que elas também estejam de olho no mercado financeiro e busquem maneiras de investir seu dinheiro. Para Thales Becker Dias da Silveira, Head de Marketing e Sales da Ciclic, plataforma financeira digital, além de serem parte importante da população economicamente ativa, as mulheres brasileiras também se revelam ótimas investidoras.

“Na Ciclic, cerca de 44% dos planos são gerados por mulheres, com média etária de 28 anos e predominância no Sudeste e Nordeste. Acreditamos que essa distribuição tende a ser equalizada. Fatores como a expectativa de vida das mulheres (em média, 7,3 vezes maior que a dos homens segundo o IBGE), reforçam ainda mais essa participação”, disse Becker.

 

As mulheres e a gestão financeira

Com a rotina de trabalho e as tarefas relacionadas à família e estudo – o Ipea estima que o público feminino trabalhe em média 7,5 horas a mais que os homens -, o tempo dedicado à gestão financeira é escasso.

Por conta disso, muitas procuram soluções ágeis para ajudar no planejamento financeiro. “Aqui na Ciclic, muitas mulheres investidoras planejam a educação dos filhos desde cedo, outras planejam para abrir um negócio, fazer uma reserva para o futuro e há também as já estão de olho na reforma da previdência e se preparam para contar com uma aposentadoria mais tranquila no futuro”, explica Thales.

Assim, elas consomem muito conteúdo sobre investimentos e economia em canais no Youtube como por exemplo o da Nathalia Arcuri, EconoMirna, onde as youtubers falam sobre finanças de forma descomplicada para o público leigo.

São várias as formas de ter mais informações sobre finanças: cursos de curta duração, e-books, vídeos, posts e treinamentos online são só algumas das opções. “Contar com o auxílio de um software de gestão ajuda a manter as finanças organizadas. Hoje, várias startups oferecem softwares acessíveis para PME’s que centralizam as informações financeiras em um só lugar!”, explica.

Pensando na mulher empreendedora e líder de um e-commerce, Thales recomenda a previdência privada como um investimento interessante. “As mulheres empreendedoras, na maioria das vezes são profissionais autônomas (e não CLT’s) e por isso não contam com um investimento compulsório em previdência social.

“A Ciclic entra como aliada na organização desses objetivos financeiros. Facilmente, pelo app ou site, é possível criar um plano em menos de 5 minutos, sem burocracia e sem valor mínimo para o investimento inicial, além de contar com a possibilidade de fazer aportes esporádicos, caso possuam uma sobra extra para guardar”, disse.

Ainda, é possível acompanhar a evolução do objetivo, rentabilidade no período e contar com a consultoria de especialistas via chat, e-mail, telefone ou redes sociais. “O que muita gente não sabe é que dentro da própria previdência privada, é possível fazer alocações no montante investido entre fundos de renda fixa, mas também em fundos multimercado, que podem ser um pouco mais arriscados e trazer uma rentabilidade maior para as mulheres que tenham esse perfil”, ressalta.

Desafios mais comuns relacionados à gestão financeira dentro das pequenas empresas*

• Ausência de conhecimento da necessidade de capital de giro;
• Ausência de acompanhamento de índices de performance;
• Ausência de elaboração de demonstrativos mensais de resultados;
• Excesso na retirada de pró-labore;
• Erros na precificação dos produtos;
• Desconhecimento dos custos efetivos, quer sejam eles fixos ou variáveis;
• Existência de conflitos, entre a política financeira e a política de vendas;
• Prazos praticados nos recebíveis, desconexos com as necessidades do capital de giro;
• Erros na política de estoques;
• Desconhecimento dos ciclos operacionais e financeiros.

*Fonte: administrador Ubiratan Reis Ribeiro, especialista em finanças

Que tecnologias/processos existem para facilitar a gestão financeira de empreendedoras?

Falando especificamente de gestão financeira, existem muitos aplicativos que ajudam a organizar as finanças e outros mais voltados para negócios, que são adequados às mulheres que empreendem. Vale sempre ficar de olho nas novidades e acompanhar tendências. Aqui, alguns exemplos:

– Expense IQ
– Mobills
– Conta Azul
– Gullack
– Wisecash
– Gastos Diários
– Orçamento Diário
– CoinKeeper
– Orçamento Facil
– Wally+
– Finance
– Toshl Finanças
– Money Manager
– Moneyfy
– Organizze
– GuiaBolso
– Minhas Economias
– Money Lover

Com todos esses exemplos de aplicativos para ajudar na gestão financeira, fluxo de caixa, gastos pessoais, controle de gastos, planilhas e lembretes de conta, fica fácil conseguir bolar uma rotina e começar a investir em um futuro cheio de possibilidades.

“A Ciclic aposta no conhecimento sobre o mercado de finanças para empoderar as pessoas e mostrar que é possível sim construir um futuro cheio de possibilidades, com um pouco de planejamento e comprometimento! Queremos ajudar as pessoas e dar pequenos grandes passos em direção ao futuro”, finaliza Thales.

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1 comentário

Comentários

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Comentando como Anônimo

  1. Grande parte dessas mulheres que são mães encontram no empreendedorismo uma forma de sobreviver a um mercado de trabalho conservador e opressor que é fechado pra elas. O empreendedorismo é uma saída, não uma “grande oportunidade”.
    As mulheres acabam trabalhando “7,5 horas a mais que os homens” porque trabalham no trabalho, em casa e muitas vezes em trabalhos paralelos também, já que consideravelmente são muito menos reconhecidas. Ah, também existem fontes pra isso, 53% menor é o salário delas.

    São realmente muitas “possibilidades”… Cautela, respeito e responsabilidade na hora de falar sobre um assunto tão importante para a maturidade social.

    Responder

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