Redação E-Commerce Brasil

Produtos de giro rápido no e-commerce: 82% já compraram pela internet

Terça-feira, 13 de julho de 2021   Tempo de leitura: 2 minutos

Pesquisa da Tatix em parceria com o E-Commerce Brasil buscou investigar a compra e venda de produtos de giro rápido no e-commerce atualmente.

A pesquisa entendeu produtos de giro rápido como itens de higiene pessoal, comida e produtos de limpeza.

82% dos respondentes afirmaram já ter comprado tais itens pela internet. Para os 18% que nunca compraram, os motivos foram: falta de planejamento (só compra os produtos ao lembrar da necessidade no dia a dia), necessidade de tocar os produtos ao comprar e falta de confiança no comércio eletrônico em geral.

Para os que compram ou compraram, 41% afirmaram que o fazem desde antes da pandemia. Para 26%, no entanto, as compras ocorreram no último ano. 19% disseram que realizaram a primeira compra nos últimos 3 meses.

Para os que realizam compras de produtos de giro rápido pelo e-commerce, 39% afirmaram que realizaram essas compras poucas vezes, enquanto 34% compram mensalmente.

7% compram quinzenalmente e 7% compram mais de uma vez por semana.

72% acreditam que a experiência de compra foi satisfatória e pretende comprar produtos de giro rápido no e-commerce novamente.

13% afirmaram que só realizaram compras de tais produtos online devido ao isolamento e pretendem voltar a consumir em lojas físicas com o fim da pandemia.

52% classificam as compras de produtos de giro rápido pelo e-commerce majoritariamente emergencial, já que são realizadas quando o consumidor percebe a ausência do produto e o compra para não ficar sem.

Já 47% responderam que a compra é planejada, já que o consumidor controla o estoque da casa e sabe o que será necessário repor com antecedência.

87% dos respondentes afirmaram não conhecer programas de recorrência para compra de tais produtos.

33% responderam que preferem realizar a compra de produtos de giro rápido por marketplaces, 28% preferem a loja física, 21% em aplicativos ou redes de supermercados e 18% no e-commerce da própria marca.

Leia também: Alibaba desafia Amazon para entregas mais rápidas em todo mundo.

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