Acesso rápido
  Redação E-Commerce Brasil

Pinterest: catálogos de lojas focam na experiência do usuário

Sexta-feira, 05 de julho de 2019   Tempo de leitura: 6 minutos

O Pinterest é uma rede social imagética. O usuário que navega por ela, busca, principalmente, pins que tragam inspiração. A explicação é da Mariana Sensini, Country Manager do Pinterest na América Latina.

A plataforma, na qual os usuários salvam pins em pastas específicas por interesse de navegação, possibilita que os lojistas façam catálogos online com seus produtos. Entre as informações disponíveis, estão: preço, disponibilidade em estoque e possibilidade de compra na loja.

Mariana Sensini, Country Manager do Pinterest (à direita) e Paola Cecchi, jornalista do E-Commerce Brasil, na sede do Pinteret no Brasil/Foto: Júlia Rondinelli

As vantagens se consolidam ao pensar na quantidade de pessoas que usam a plataforma. Somente no Brasil, existem 38 milhões de usuários únicos mensais no Pinterest, segundo Comscore. Os brasileiros salvam, ao todo, mais de 9 milhões de ideias na plataforma por dia.

Uma plataforma focada em experiência do usuário

A presença das informações sobre os produtos é positiva tanto para os lojistas quanto para os usuários. Os lojistas se beneficiam da estratégia do Pinterest de oferecer pins de acordo com a busca. Dessa maneira, o possível consumidor recebe a sugestão de pin de modo não agressivo, como uma sugestão para sua pasta.

O usuário, por sua vez, é beneficiado pela sugestão como uma inspiração. Se for de seu interesse, pode salvar o pin sem pretenção de comprar. No entanto, caso decida que o produto é pertinente a sua busca, pode clicar nele e ser direcionado ao site de compra. A conversão, então, é feita no próprio e-commerce e não no Pinterest.

“Quando uma pessoa entra no Pinterest, a probabilidade dela estar buscando ideias para sua vida real é muito grande”, explica Sensini. As pessoas salvam receitas, ideias para reformas ou decoração, peças de roupa para compor um outfit e por ai vai.

O Pinterest não fica com nenhuma porcentagem da conversão

A executiva explica que, por focar na experiência do consumidor, o Pinterest funciona somente como um intermediador entre o produto e o usuário. Por isso, não fica com nenhuma porcentagem sobre a venda, que acontece diretamente no site do e-commerce, e não na plataforma.

Os links relacionados a produtos ou ideias não precisam direcionar somente às compras. Alguns pins são direcionados a páginas de conteúdos, como blogs, outras redes sociais e notícias. O redirecionamento, nesses casos, funciona como um “saiba mais”, com dicas e outras informações.

Mariana Sensini explica que “97% das buscas no Pinterest são unbranded, ou seja, não possuem nenhuma marca”. E mesmo assim o usuário se interessa pelos produtos por estarem associados aos interesses pessoais dele. “Isso significa que o usuário está aberto e que a experiência de uma marca para uma pessoa que está no Pinterest não é disruptiva, ela é muito nativa”.

Além disso, Sensini defende que as taxas de cliques são altas na plataforma, que se torna uma grande fonte de tráfego para o e-commerce.

Confira a entrevista da repórter Paola Cecchi com a Mariana Sensini, Country Manager do Pinterest na América Latina.

Repórter E-Commerce Brasil

 

Por Júlia Rondinelli, da redação do E-Commerce Brasil.

 

Deixe seu comentário

0 comentário

Comentários

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Comentando como Anônimo

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

  Assine nossa Newsletter

Fique por dentro de todas as novidades, eventos, cursos, conteúdos exclusivos e muito mais.

Obrigado!

Você está inscrito em nossa Newsletter. Enviaremos, periodicamente, novidades e conteúdos relevantes para o seu negócio.

Não se preocupe, também detestamos spam.