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Mercado de roupas plus size investe em tendências e lucro cresce

Por: Eduardo Mustafa

Graduado em 'Comunicação Social - Jornalismo' com experiência em negócios, comunicação, marketing e comércio eletrônico e pós-graduado em 'Jornalismo Esportivo e Gestão de Negócios'. Foi editor do portal E-Commerce Brasil, do Grupo iMasters (2015 /2016), e atualmente é executivo sênior de contas na Gume

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Os empresários perceberam o potencial do mercado plus size e estão investindo pesado. Agora ficou mais fácil encontrar peças bonitas, descoladas e da moda nos tamanhos grandes. Tem todas as tendências de moda, todas as modelagens e estampas. Um mercado que deve fechar 2015 com faturamento de mais de R$ 6 bilhões, só em roupas femininas. A loja da empresária Cynthia Horowicz, por exemplo, focou nas mulheres que usam roupa plus size, ou seja, manequim acima de 48 – ou G – GG ou Extra G. Por quase 30 anos, o negócio foi apenas confecção, com vendas no atacado. Em 2013, ela e outras sócias decidiram diversificar os produtos e apostar no consumidor final, com vendas pela internet. A demanda plus size cresceu tanto que hoje o e-commerce das empresárias já tem com mais de 50 marcas. Além de roupas, tem também acessórios, lingerie, moda praia e até bota com o cano feito sob medida para a panturrilha de clientes. O site recebe em média 50 pedidos por dia. As empresárias não revelam o faturamento, mas esperam crescimento de 45% esse ano. Outra loja especializada em roupas de festa é a do casal Tina Taveira e Bruno Taveira. Eles montaram o negócio em 2003. Mas, há três anos eles investiram no mercado plus size, com uma loja de vestidos de noiva e vestidos para convidadas e madrinhas, que estão acima do peso. Hoje, a venda das peças já representam mais de 50% do faturamento total, que é de R$ 80 mil por mês. Fonte: G1