Redação E-Commerce Brasil

Marketplace: o que tem pra hoje e para amanhã?

Terça-feira, 10 de outubro de 2017   Tempo de leitura: 3 minutos

O potencial de e-commerce é enorme e a participação do comércio eletrônico brasileiro ainda é pequena se comparada ao potencial de consumo online no país. “O marketplace já é o maior representante do comércio eletrônico no Brasil, por ser o destino do novo canal de vendas para pequenos, médios e grandes varejistas e indústria”, apontou Flavia Marcon, Gerente Marketplace do Mercado Livre.

A primeira coisa que o lojista precisa entender é o modelo de negócio destas plataformas. “Hoje os marketplaces são os responsáveis pelas principais campanhas de vendas do ano, como a Black Friday”, disse Flávia.

Segundo dados compartilhados por ela, em 2016 houve um crescimento de vendas de 154% e 10% de aumento do tíquete médio, sendo que houve 43% de aumento nas buscas por Mercado Livre no Google na sexta-feira de Black Friday. “Este ano vamos investir 50% a mais em marketing na Black Friday”, disse Flávia. Para ela é fundamental que os lojistas façam uma análise completa de mercado, invistam em marketing adicional, tenham uma logística eficiente, façam anúncios corretos e contratem excelentes fornecedores.

 

Tendências de Logística

A tendência é que os marketplaces tenham seus próprios operadores logísticos que negociam direto com as transportadoras ou Correios. No entanto, separação, embalagem e coleta continuam sendo responsabilidade do vendedor. “O rastreio cai direto no ambiente do comprador, então ele sabe tudo o que acontece com a encomenda dele. Isso duplica as vendas em alguns casos e melhora significativamente a reputação da loja”, disse Flávia. Outra tendência, apontada por Flávia nos marketplaces é o fulfillment, caso do Mercado Envios Full. Estes serviços detalham o inventário, acompanham as vendas, fazem a gestão dos envios ao armazém, integram com os principais integradores do mercado e geram notas fiscais de forma automática.

Calendário de ações comerciais

O marketplace precisa ter um único compromisso: levar comprador rápido para as lojas virtuais. Para isso ele precisa investir maciçamente em marketing. “A maioria dos marketplaces já definem as principais estratégias da Black Friday em meados de março. Vender muito pode ser ruim quando você não está preparado”, disse.

Na hora de optar por vender via marketplaces é importante ficar atento a detalhes como: qual é o modelo de atendimento (SAC) do marketplace? Quais são os custos de comissionamento, política de frete grátis e como funciona o posicionamento de anúncio, buscas e categorias? “O frete grátis pode ser uma ótima ferramenta de marketing, desde que seja feito da forma correta”, apontou.

Por Alice Wakai, da redação do E-Commerce Brasil

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