Redação E-Commerce Brasil

Marketing B2B é tema de pesquisa realizada pela Nação Digital

Quinta-feira, 30 de setembro de 2021   Tempo de leitura: 2 minutos

Pesquisa realizada pela Nação Digital em parceria com o E-Commerce Brasil buscou levantar dados sobre o marketing B2B.

47% dos respondentes afirmaram que trabalham atualmente com alguma agência para e-commerce. 9% afirmaram que já trabalharam, mas que a parceria não deu certo.

Os demais não atuam com agências no momento.

Atualmente, o principal desafio enfrentado pelo e-commerce é a baixa conversão, com 53% das respostas.

Podendo responder mais de uma alternativa, 31% afirmaram que o e-commerce conflita com outros canais.

25% alegaram que não conseguem aumentar seu ticket médio e 19% não conseguem fidelizar seus clientes.

Além disso, 15% afirmaram que seu público não está na internet e 12% sentem falta de apoio da diretoria.

Canais de vendas

56% disseram hoje que usam as redes sociais como canais de venda. Outros destaques, na faixa dos 53% estão os que usam o Facebook Ads e o Google Ads.

50% usam o tráfego orgânico, através do SEO. 37% contam com um time comercial, 15% com influenciadores e 6% com o blog.

Em 2022

Quando questionados sobre qual canal será mais relevante em 2022, as respostas variaram bastante:

  • 18,8% redes sociais;
  • 15,6% influenciadores;
  • 15,6% orgânico (SEO);
  • 15,6% Google Ads;
  • 15,6% time comercial;
  • 12,5% Facebook Ads;
  • 3,1% lives;
  • 3,1% e-mail marketing.

Mudanças no marketing

Os lojistas foram questionados ainda sobre as mudanças no marketing que apresentaram melhorias nas operações do e-commerce.

Podendo assinalar mais de uma alternativa, 44% afirmaram que a mais significativa foi a implementação de uma melhor experiência do consumidor.

37% mencionaram o aumento do investimento em mídia paga. Também 37% relataram ter feito personalização e aperfeiçoamento do atendimento.

22% assinalaram que a mudança que obteve mais resultado foi o fortalecimento do branding através de conteúdos voltados para a persona.

15% assinalaram investimento em influenciadores.

Leia também: Alibaba proibirá vendas de produtos relacionados à mineração de criptomoedas.

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