Redação E-Commerce Brasil

Os insights do Magalu para integração com marketplaces

Quarta-feira, 12 de dezembro de 2018   Tempo de leitura: 2 minutos

O cliente quer sortimento, personalização, experiência omnichannel, autosserviço, informação e segurança. Estes são alguns dos desafios que o Magazine Luiza tem superado com maestria. “Já os sellers procuram rentabilidade, atendimento rápido, visibilidade, flexibilidade financeira, logística e tecnologia, o que dá o suporte disso tudo. O segredo é resolver o problema e não apenas a tecnologia em si”, disse Thiago Catoto, Gerente de TI do Magazine Luiza.

Qualidade das informações

Para a gigante do e-commerce, espera-se para o futuro que, ao invés pessoas apertando botões, os processos sejam em sua maioria automatizados. Categorização, título, descrição, quantidade e resolução de imagens, vídeos do produto, conteúdo especial, reviews, rating, EAN… São alguns dos pontos que influenciam na qualidade das informações.

Pedidos

Os pontos de atenção dessa categoria, são:

  • Cumprir prazo de entrega (manter um nível de SLA na entrega);
  • Baixo custo (procurar usar serviço de plataforma);
  • Foco regional;
  • Gestão de risco (transacional de pagamento);
  • Ferramentas promocionais.

Eficiência comercial

Para contribuir nessa questão, Thiago destacou alguns pontos a serem levados em conta. Entre eles, custo de servir por pedido, custos por aquisição de plataforma e usar os gerentes de conta para fornecer forças, insights de mercado e comportamento do consumidor. “Este é desafiador. É preciso ir atrás pra conseguir evoluir. Peça suporte, tire proveito disso”, aconselhou.

Clube da Lu

Plataforma focada na frequência e nos clientes ativos, o Clube da Lu coloca em prática as estratégias de fidelização e personalização. Algumas bases do Clube são: ter uma base qualificada de compra; autonomia para definir suas próprias estratégias; ter um Dash online com as informações em tempo real. “No Magalu, optamos como parceiros de primeira classe os pequenos e médios varejistas. Nosso foco também se concentra na satisfação do atendimento dos sellers e em conquistar a liderança em segmentos completamentares”, completou.

O especialista também compartilhou uma lista de ferramentas e tecnologias, mas alertou que nem tudo que é de graça é bom, e nem tudo que é de graça é ruim. “O atendimento é o core Business. Tem que fazer certo”, destacou.

Fazer tudo do zero é complexo. A dica dele é começar pelo que é mais fácil para resolver um problema. “Escolha uma plataforma pequena e reveja a sua decisão a todo o momento. Mas se você quer volume, em algum momento vai ter que ter uma área de tecnologia”.

Ele finaliza dizendo que integrações sempre dependem de humanos. “Ter um API/gateway bem feito faz muito sentido”, finalizou.

 

Por Alice Wakai, via E-Commerce Brasil.

Deixe seu comentário

0 comentários

Comentários

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Comentando como Anônimo

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.