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  Redação E-Commerce Brasil

Jornada ‘figital’: população espera condições básicas para voltar a consumir, diz GfK

Segunda-feira, 01 de julho de 2019   Tempo de leitura: 2 minutos

Você conhece a jornada “figital”? Não, essa palavra não está com erro de digitação. O termo é usado pela GfK, que diz ter desvendado o principal elemento para acelerar a conversão do e-commerce, capitalizando o melhor do físico e do digital.

O assunto é tema de estudo exclusivo que será apresentado durante o Fórum E-Commerce Brasil 2019.

De acordo com Felipe Mendes, managing director da GfK no Brasil, o grande ponto a ser trabalhado pela indústria do comércio eletrônico segue sendo a confiança.

Ele afirma que “o brasileiro que não compra hoje nesse ambiente de e-commerce é mais simples do que aquele que já consome, tanto econômica quanto educacionalmente”.

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Ou seja, o brasileiro precisa de mais informação para ter certeza de que não fará um negócio ruim. Entre os itens levados em consideração, estão a qualidade do produto, especificação e taxas adicionais de frete.

“Em função disso, a compra ‘figital’, que mescla pontos de contatos físicos e digitais, traz maior satisfação para os compradores, pois permite terem mais informação durante o processo, trazendo a sensação de uma compra mais segura”, explica Mendes.

Ele diz acreditar “muito na humanização da relação entre sites e pessoas”. Primeiro, porque assistentes virtuais, bots bem desenhados e comandos de voz levam essa almejada simplificação aos consumidores.

Em segundo lugar, “uma rápida identificação do perfil do cliente (de onde ele vem, o que procura, velocidade em que compara os produtos), pode facilitar muito a navegação”.

O terceiro ponto é  que ter lojas físicas ou associar-se à alguma, pelo menos para entrega de produtos, é um diferencial claro a ser explorado, segundo Mendes.

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Futuro positivo para o e-commerce

O e-commerce no Brasil ainda apresenta muita oportunidade de crescimento. Entre as principais razões, segundo o diretor da Gfk, está o aumento da bancarização, especialmente entre classes mais baixas, que usam bancos que não cobram taxas para abertura de contas, cadastro positivo e as carteiras digitais.

Ele aponta, ainda, outro item importante, como “a gradual, porém segura, retomada do poder de compra e, estruturalmente, dos juros menores para a oferta de crédito (crediários, parcelamentos)”.

Mendes afirma que esses itens estão alinhados “à óbvia demanda reprimida entre a população”, que está esperando apenas que as condições básicas ocorram, para voltar a consumir.

Por Rafael Chinaglia, da redação do E-Commerce Brasil

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