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  Redação E-Commerce Brasil

Instagram serve para todas as etapas do funil, explica especialista do Facebook

Quarta-feira, 31 de julho de 2019   Tempo de leitura: 5 minutos

Já faz algum tempo que o Instagram deixou de ser usado apenas para mostrar o cotidiano das pessoas, seja com reflexões ou fotos de comida e, também, de viagens. Atualmente, a ferramenta é considerada imprescindível para influenciadores digitais – famosos, youtubers e outros usuários que querem ganhar a vida por meio de postagens em seus perfis virtuais.

Instagram lançou, recentemente, possibilidade de compra direta do app nos EUA/Reprodução
Instagram lançou, recentemente, possibilidade de compra direta do app nos EUA/Reprodução

E, também, empresas. Cada vez mais, a rede social tem atraído lojas virtuais e investido em criar ferramentas que propiciem o comércio eletrônico.

Segundo Silvia Ramazotti, product marketing manager do Facebook, empresas podem agir sobre as paixões dos usuários das redes sociais de maneira favorável ao e-commerce. Ela falou durante o Fórum E-Commerce Brasil 2019.

Marcas

De acordo com pesquisa apresentada por Ramazotti, 63% dos entrevistados afirmaram que usam mais o Instagram hoje do que há um ano. Já 55% relataram que pretendem usar a rede social ainda mais em 2020.

Para ela, esse desejo de permanecer cada vez mais conectado ali pode ser entendido como uma forma que as pessoas têm de explorar assuntos de seu interesse, tais como celebridades, influenciadores e tendências.

Outro tema forte buscado por esse público são as marcas. Aproximadamente três de cada quatro usuários consultados no Brasil disseram associar a plataforma com interagir com as marcas.

Para eles, novas tendências, novos lançamentos de produtos ou serviços, previews de eventos, produtos ou serviços de grandes marcas e ofertas ou produtos especiais são os tipos de conteúdo de marca que mais gostariam de ver no Instagram.

Poder de venda do Instagram

Um ponto de destaque apontado por Ramazotti diz que 94% dos entrevistados afirmaram ter realizado ações no momento em que viram um produto ou serviço no Instagram, que variou de seguir a marca a fazer uma compra online ou ainda visitar a loja física daquela marca.

“Não é mais uma plataforma focada só em branding, mas em todas as etapas do funil. Tudo que lançamos de melhor no aplicativo é pensando no que será bom para as pessoas”, pontuou.

A gerente explicou que publicações atraentes na rede social contam com quatro elementos em sua relação com o consumidor: empolga, convence, facilita as coisas e se conecta com ele, o que faz com que se sinta recompensado. “É importante pensar nos produtos buscando as pessoas e não o contrário, exemplificou.

Por ser curto, divertido, autêntico, interativo, ocupar a tela inteira do smartphone e conter diversos elementos o Stories é, nas palavras de Silvia, uma funcionalidade amada pelos usuários. “As pessoas acham que stories é uma boa forma de descobrir marca e serviço, mas se você não passar uma mensagem rápida, perde o usuário”.

Monetização

Hoje, existem três formas de faturar com os stories do Instagram, Facebook e Messenger. Só o status do WhatsApp permanece não-rentável.

O que as pessoas mais esperam encontrar ali, de acordo com a especialista, são ofertas especiais e promoções, mensagens de fácil entendimento, dicas e conselhos e novos produtos. De acordo com pesquisa da Nielsen, 56% do aumento das vendas de uma marca podem ser atribuídos à qualidade do criativo.

Ramazoti deu, então, algumas dicas de como chamar a atenção para sua marca no Instagram. A primeira delas é que os usuários gostam de stories com som e, também, de animações. Ela aconselhou também a colocar a marca no início e no fim da postagem e a criar o conteúdo com um objetivo em mente, pensando no que pode fazer para chamar a atenção de um possível cliente.

A executiva do Facebook concluiu apontando que encontrar seu nicho na comunidade é crucial para o sucesso da empreitada. “Ter um conteúdo autêntico, que se destaque é muito importante. Além disso, não se apegue a número de seguidores porque, como vimos, muita gente que não te segue pode gerar negócios à sua empresa ao entrar em seu perfil”.

Por Eligia Aquino Cesar, colaboração para o E-Commerce Brasil

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