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  Redação E-Commerce Brasil

Segundo entidade, greve dos Correios atinge 20 estados e o DF

Quarta-feira, 20 de setembro de 2017   Tempo de leitura: 2 minutos

A greve dos Correios, iniciada às 22h desta terça-feira (19), atingiu, até agora, 20 estados e o Distrito Federal, de acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect).

Segundo a Fentec, a paralisação atinge Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Brasília (DF), Campinas (SP), Ceará, Espírito Santo, Goiás, Juiz de Fora (MG), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Ribeirão Preto (SP), Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Maria (RS), Santos (SP), São José do Rio Preto (SP), Sergipe, Santa Catarina, Uberaba (MG) e Vale do Paraíba (SP).

A greve, porém, é parcial, apenas com redução de funcionários nas agências. Apenas três dos sindicatos ligados à Fentec – Acre, Rondônia e Roraima – ainda não realizaram assembleia para decidir se aderem ou não ao protesto. Agências franqueadas não participam.

Segundo o portal de notícias G1, os Correios, a paralisação está concentrada na área de distribuição — levantamento parcial realizado na manhã desta quarta-feira (20) mostra que 93,17% do efetivo total está trabalhando, o que corresponde a 101.161 empregados, número apurado por meio de sistema eletrônico de presença, disse a estatal.

“Os Correios continuam dispostos a negociar e dialogar com as representações dos trabalhadores na busca de soluções que o momento exige e considera a greve um ato precipitado que desqualifica o processo de negociação e prejudica todo o esforço realizado durante este ano para retomar a qualidade e os resultados financeiros da empresa”, informou a estatal em nota.

Para os lojistas, a atenção deve ser redobrada. A Justiça já decidiu, em casos recentes, que o atraso na entrega dos produtos é passível de multa de 2% – e o próprio Código de Defesa do Consumidor prevê sanções a essa ocorrência.

A paralisação ocorre menos de um mês após o presidente dos Correios, Guilherme Campos, afirmar categoricamente que os funcionários não cruzariam os braços em 2017. “Será um ótimo final de ano e sem greve”, cravou, à época.

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