Redação E-Commerce Brasil

FedEx vai testar entrega de encomendas com startup de robôs Nuro

Quarta-feira, 16 de junho de 2021   Tempo de leitura: 2 minutos

A FedEx e a companhia de robótica Nuro anunciaram na terça-feira (15) acordo para teste de veículos autônomos na entrega de encomendas da companhia norte-americana, começando com um programa piloto em Houston.

As companhias vão testar cenários de entrega com os veículos de baixa velocidade e autônomos da Nuro, disse Cosimo Leipold, chefe de parcerias da startup.

Fedex
A FedEx anunciou parceria com a Nuro com veículos autônomos

“Em vez de enviarmos um motorista para pegar os pacotes, um aparelho como os da Nuro pode ser super útil”, disse Rebecca Yeung, vice-presidente de tecnologias avançadas e inovação da FedEx. Ele considerou a parceria FedEx/Nuro como “muito séria e de longo prazo”.

Os veículos da Nuro já estão fazendo entregas para a rede de supermercados norte-americana Kroger e para a cadeia de pizzarias Domino’s na região de Houston, Texas. A Nuro continua testando sua tecnologia no estado do Arizona.

A Nuro, cujo robô R2 tem espaço para entrega de carga, mas não para um motorista, levantou no ano passado US$ 500 milhões em financiamento.

FedEx e os testes com robôs

Em um projeto separado, a FedEx está usando um robô menor da Deka Research & Development, chamado de “Roxo”, para entregas de mesmo dia em Plano, no Texas.

Já a rival UPS está centrando esforços de entrega autônoma de encomendas em drones.

A UPS encomendou vans elétricas da britânica Arrival. Estes veículos são equipados com sensores e câmeras que gradualmente permitirão uso de recursos autônomos, mas ainda precisam de motorista humano.

O transporte de pessoas por táxis autônomos tem se mostrado mais difícil e caro do que a entrega de encomendas e comida.

Como resultado, companhias de logística estão explorando formas de lançar a tecnologia em rotas previsíveis e mais simples, incluindo em rodovias.

Leia também: Mercado Livre lança serviço de entrega no mesmo dia em SP, SC e BA

Fonte: Reuters, via Money Times

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