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  Redação E-Commerce Brasil

Facebook: estratégia e boas práticas de vendas desde o post

Segunda-feira, 14 de Maio de 2018   Tempo de leitura: 4 minutos

Aquisição e retenção de tráfego, campanhas… Tudo isso pode ser trabalhado muito bem pelo Facebook e trazer ótimos resultados. Mas, não pense que basta fazer um post e receber curtidas para aumentar as vendas. Segundo Felipe Macedo, “Se você entrar para o Facebook, se prepare, pois precisará de uma equipe de atendimento para o canal”. Para ele, antes de criar uma campanha, é preciso ter em mente que ela deverá ser muito bem produzida e prontamente atendida, com respostas à cada uma das perguntas. Do contrário poderá se tornar um grande problema.

Fundador e CMO da CoreBiz, ele traçou durante a Conferência E-Commerce Brasil Santa Catarina o caminho para a boa utilização da ferramenta e garantiu: “Ela é muito poderosa e realmente impacta na venda dos produtos. Mas você precisará segmentar o seu cliente”. Um dos problemas encontrados no uso do Facebook, segundo ele, ocorre pela falta de organização. Muitas empresas têm utilizado o Facebook para fazer postagens sem pensar no fator mais importante: o cliente. “É preciso utilizar o rastro dos dados deixado pelo consumidor no site para criar uma estratégia de publicação na rede social. As curtidas não são o foco principal das postagens, mas sim a recompra”.

Segmentação

O Facebook, segundo ele, é um grande aliado quando se trata de tráfego do e-commerce, pois atua em pilares fundamentais: aquisição e retenção de tráfego, além da fidelização de clientes. “Essa ferramenta será essencial para trazer o consumidor para uma nova compra. Entretanto, ele não virá se o conteúdo publicado não conversar com o seu perfil”, pontuou.

Muito poderosas, as segmentações serão guias para produzir as estratégias de marketing. No Facebook, é possível utilizar a Custom Audience para subir uma base de e-mail e de telefone, por exemplo. Há também a segmentação por interesse: mais simples, permite o marketing a partir do rastro deixado pelo shopper. Você poderá desenvolver materiais ligados à região do consumidor, renda, sexo, fãs que curtem as páginas… Nesse caso, os formatos recomendados são PPL (também válido para Instagram), carrossel, vídeo e anúncios dinâmicos.

Outro fator importante, segundo Felipe, é a medição do valor da mídia que traz novos usuários e o da mídia que fecha as vendas. Assim, é possível saber quem agrega novos compradores e quem fecha a conversão — e saber o impacto real das campanhas.

A Lookalike permite produzir um outro tipo de campanha e, da mesma forma, requer investimento de tempo e pesquisa para a criação. Nela, a produção deve ser a partir de listas gerais e leads, carrinho abandonado, consumidores com compras em comum — você faz a segmentação de clientes que compraram produtos similares em sua loja e oferece no Facebook.

“Sempre ouvimos falar de funil e processo de compra. Entretanto, o assunto sempre para na compra. Hoje, um e-commerce que não trabalha recompra está fadado a falir. É preciso fidelizar o cliente, caso contrário será dependente de adwords e pagamentos. O Facebook pode ser uma ótima estratégia para conquistar e fidelizar o cliente”, encerrou Felipe.

 

Por Giuliano Gonçalves, da redação do E-Commerce Brasil

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