Redação E-Commerce Brasil

Evento discute o cenário atual do setor de B2B no país

Terça-feira, 10 de dezembro de 2019   Tempo de leitura: 4 minutos

O mercado de B2B brasileiro tem mostrado um grande poder de impactar os resultados das empresas. Embora o reaquecimento da economia ainda esteja lento, o Brasil tem atraído grande percentual de capital de companhias estrangeiras.

O cenário do mercado atual foi um dos temas do Rampup Tour, realizado em São Paulo. Coube a Tiago Ávila, head de dataminer, da Distrito, compartilhar alguns dos dados sobre a realidade das empresas, principalmente das statups.

Leia também: B2B: como fazer, gerenciar e vender melhor?

“Nos últimos 10 anos, avançamos muito. Diversas empresas e unicórnios brasileiros competem hoje em nível global. A gente está apontando tendências para o mundo. Claro que o Brasil tem muito a aprender, mas já está brigando no mesmo nível competitivo que as grandes empresas estrangeiras. E o mundo está olhando pra gente com um carinho muito especial e a gente tem que aproveitar isso”, afirmou Ávila.

Raio x das startups

De acordo com o Head de Dataminer da Distrito, atualmente 13 mil empresas estão cadastrada no banco de dados da companhia. E 9 mil são startups ativas, operacionais e que atuam no mercado brasileiro.

Tiago deu como exemplo a Argentina que ainda não tem um décimo dessa quantidade em todo o país. Na América Latina, o Brasil já é referência. 

Mas isso não veio de uma hora para a outra. Desde o início dos anos 2000, afirma Tiago, o mercado brasileiro tem construído soluções tecnológicas que são exemplos ao redor do mundo, principalmente na América do Sul.

Entre 2013 e 2017 ocorreu o grande avanço das startups no Brasil. O cenário econômico, B2B ou não, estava desfavorável para se investir em novos negócios. Apesar disso, esse foi o maior período de crescimento para o surgimento de startups no país, como mostra o gráfico a seguir.

Este foi o momento, avalia Tiago, em que muta gente que tinha perdido o emprego, teve uma oportunidade de se reinventar e de se transformar por meio da inovação.

E não são só unicórneos e empresas gigantescas que compõem o mercado brasileiro. “Temos diversas soluções, hoje, conhecidas como ‘soluções para ficar de olho’ “, afirma Tiago.

São Paulo ainda tem a maior concentração entra as companhias do ramo de startups. A distribuição entre os estados está maior, mas Sul e Sudeste ainda representam 70% das startups.

Por Rafael Chinaglia, da Redação do E-Commerce Brasil

 

 

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