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  Redação E-Commerce Brasil

Economistas do governo Bolsonaro propõem fim do Simples Nacional em estudo

Terça-feira, 18 de dezembro de 2018   Tempo de leitura: 2 minutos

Um estudo liderado por dois economistas que participam da equipe de transição econômica do governo Jair Bolsonaro propõe que as modalidades de Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional sejam unificadas em uma única alíquota. Na prática, isso significaria o fim da tributação simplificada para micro e pequenos empreendedores.

Segundo informações divulgadas pela Folha nesta terça-feira (18),  Adolfo Sachsida e Alexandre Ywata estão liderando o estudo.

De acordo com o jornal, o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) considera o Imposto de Renda de 34% da pessoa jurídica pelo regime do lucro real muito alto – o valor representa 11 pontos percentuais a mais que a média global. Daí vem a ideia de diminuir essa média e discutir a tributação de lucros e dividendos.

Ainda segundo Melina Rocha Lukic, uma das autoras do estudo do Ipea, a proposta é rever os incentivos dos regimes de lucro presumido e Simples, diminuí-los e, eventualmente, eliminá-los.

Segundo a coluna da Folha, a possível extinção está sendo avaliada como medida para solucionar o problema de taxação de lucros e dividendos, que segundo os economistas do governo precisam ser “repensadas” e “unificadas”.

Durante a campanha eleitoral, Paulo Guedes, futuro ministro da economia de Bolsonaro, sugeriu uma alíquota de 20% para pessoas físicas, empresas e lucros e dividendos.

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4 comentários

Comentários

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  1. Vamos esperar as decisões e consequências do próximo governo. O povo ta cansado de ser enganado, se ele for incompetente como tantos outros com certeza esse é o primeiro e único mandato. Os eleitores de Bolsonaro não aguentarão mais desaforos de políticos que se acham maiorais. O povo cai matando em cima.

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  2. Sim, é algo bastante discutido, não só pelo governo eleito mas por praticamente todos os que concorreram. Porém, o fim do simples não pode significar um aumento de tributos para as pequenas empresas. Isso porque o direito ao tratamento diferenciado e simplificado está previsto na nossa constituição e nenhum governo pode fazer qualquer coisa que vá contra a mesma.

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