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  Redação E-Commerce Brasil

Especialista defende que lojistas coletem menos dados, mas sejam mais precisos

Quarta-feira, 17 de julho de 2019   Tempo de leitura: 3 minutos

Cada vez mais, ter em mãos dados diversos são fundamentais para aumentar a conversão em vendas no e-commerce B2C e no B2B. Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) passando a operar em 2020, filtrar e captar informações mais assertivas é sinônimo de melhor relacionamento com o cliente.

Em vez de criar campos de cadastro dispensáveis, por que não definir quais informações são realmente necessárias?

Desde os 18 anos de idade, Rodrigo Barcia, vice-presidente de Produtos da Neoway, tem trabalhado para usar informações para gerar inteligência. Nesta quarta-feira (17), ele compartilhou insights sobre o que aprendeu na carreira durante o Fórum E-Commerce Brasil.

“É muito fácil se perder em variável e não no problema”, afirmou o executivo. Ou seja, há muitas informações disponíveis no mercado. O desejo comum das empresas é querer “pegar perfil de redes sociais, renda, full traffic e eu esqueço do problema que eu quero resolver”.

Hoje, com os times de analytics trabalhando cada vez mais perto das equipes de negócios, é preciso ter foco e não deixar com que o projeto de negócios se torne um projeto de análise de dados.

Segundo o especialista, o problema a ser resolvido é que vai definir não só as métricas de performance daquele projeto – que não costumam ser métricas de governança de dados -, mas quais dados você tem de buscar.

O que eu vou vender, como, quanto e para quem?

Se o lojista não fizer a análise correta, corre o risco de coletar dados e focar campanhas e esforços em pessoas que podem, sim, estar interessadas, mas que não vão comprar seu produto.

“Elas têm o comportamento, mas podem não ter a capacidade” de adquirir o seu produto, cravou Barcia. Portanto, para ter resultados assertivos, é preciso segmentar o público para aumentar suas chances de conversão.

Rodrigo Nasser, sócio da Itu Partners, que fez a intermediação da palestra no Fórum E-Commerce Brasil, acrescentou a importância da preservação de informações. “Em um mundo de privacidade e de confiança, a gente não precisa ficar caçando todas as variáveis de uma pessoa física ou jurídica para fazer um bom modelo em Data Science”, concluiu Nasser.

Por Rafael Chinaglia, da Redação E-Commerce Brasil.

 

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