Redação E-Commerce Brasil

Crescimento do e-commerce garante relevância às startups do varejo

Quarta-feira, 23 de setembro de 2020   Tempo de leitura: 3 minutos

Uma pesquisa do Distrito Dataminer, realizado em parceria com a KPMG, aponta o cenário das retailtechs – startups que atuam com varejo – no Brasil e mostra que a o crescimento do e-commerce é fundamental para que essas pequenas empresas ganhem relevância.

Conforme o levantamento, existem hoje no país 644 empresas consideradas capazes de alterar todo o processo de venda de um produto ou serviço. A maioria (84,4%) nasceu ao longo da última década e está concentrada nas regiões Sudeste (65,2%) e Sul (24,2%), sendo São Paulo (45,8%) o principal polo.

A expectativa é que as retailtechs, que têm em média seis anos de vida e empregam 36 mil pessoas, ganhem cada vez mais relevância se considerarmos o viés de alta registrado nos negócios digitais ao longo deste ano. O comércio eletrônico cresceu 209% em abril, 28% em junho e 19% em julho na comparação com os mesmos meses de 2019. Os resultados ajudaram a minimizar as perdas do varejo em meio a quadro de incertezas por conta do novo coronavírus e indicam um processo de mudança no comportamento dos consumidores.

“Com o crescimento do e-commerce, a modernização dos pontos de venda e a oferta de experiências personalizadas aos clientes, o varejo tradicional vem sendo completamente remodelado e as retailtechs, que ocupam a segunda colocação em número de startups (só perdem para as fintechs), são peças centrais neste processo”, observa Tiago Ávila, líder do Distrito Dataminer, braço do Distrito responsável pela elaboração de estudos do universo de startups. “De olho neste mercado, muitas corporações já estão em busca de soluções para se manterem competitivas através de inovação aberta, hubs e outras iniciativas”, complementa.

O e-commerce corresponde a 18% dessas startups.  As retailtechs que melhoram a gestão de lojas, inventário, estoques, vendedores e todo o processo comercial de empresas são as mais numerosas e respondem por 29,2% do total. Em seguida, aparecem as que aprimoram o engajamento do consumidor, com 19,1%, e aquelas voltadas para lojas virtuais, com 18%. Dado o modelo do setor, a grande maioria destas startups (70%) atende outras empresas. A Elo7 (76,7m), Dafiti (51m) e Hotmart (40,9m) foram as mais acessadas pelo público em agosto de 2020.

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