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  Redação E-Commerce Brasil

Worldpay projeta crescimento de 39% para e-commerce no Brasil até 2022

Segunda-feira, 03 de dezembro de 2018   Tempo de leitura: 5 minutos

O comércio eletrônico brasileiro permanece com um enorme potencial para os próximos quatro anos, com um faturamento estimado em R$ 146,96 bi (US$ 38.5 bilhões), segundo o Relatório Global de Pagamentos 2018 da Worldpay Inc. (NSE: WP; LSE: WPY).

O relatório busca mostrar um panorama das formas de pagamento em 36 países, e de acordo com a edição 2018 do relatório, o comércio eletrônico na América Latina tem se fortalecido e espera alcançar mais de R$ 358.69 bilhões (US$ 94 bi) até 2022.

A Colômbia deve crescer a uma taxa de 23% CAGR, atingindo R$ 31,5 bilhões (US$ 8,5 bi) até 2022. Já para a Argentina, é esperado um crescimento de 16% CAGR, o que significa um resultado de R$ 73.26 bilhões (US$ 19,2 bi) nos próximos quatro anos. Enquanto isso, o Brasil, que em 2018 atingiu R$ 105,32 bilhões (US$27,6 bi), deve superar Colômbia e Argentina juntos, faturando R$146,91 bilhões (US$ 38.5 bi) até 2022, um crescimento em média de 39%.

A rápida adoção das e-Wallets (carteiras digitais) tem sido um fator importante que impulsiona o crescimento global do comércio eletrônico.

No Brasil, as e-Wallets estão crescendo a uma taxa anual de 27%, com previsão de aumento na participação no mercado de 9,5% entre 2018 até 2022, na medida que os consumidores cada vez mais anseiam pelas facilidade e simplicidade nos processos de confirmação de compra.

As carteiras virtuais são mais seguras porque armazenam dados pessoais de usuários, com base na proteção por criptografia, o que atrai consumidores preocupados com fraudes e roubo. Os comerciantes podem adotar opções de pagamento seguras para aprimorar a experiência dos clientes e entregar acessível que as e-Wallets podem oferecer.

O relatório da Worldpay também examinou o cenário dos pontos de venda e descobriu que as e-Wallets estão rapidamente conquistando popularidade nas lojas.

Com previsão de crescimento médio anual de 37%, as e-wallets deverão representar 9,7% do mercado brasileiro no ponto de venda em 2022, à medida que os consumidores se sentem cada vez mais à vontade para usar seus smartphones para pagar com rapidez e comodidade.

Em comparação, o dinheiro está em declínio; em quatro anos, ele representará apenas 28,7% das vendas nas lojas, comparado com 52,1%, em 2018, com a probabilidade de o uso de cartões de crédito ultrapassar o dinheiro nas lojas já no próximo ano.

Para Juan D’Antiochia, gerente-geral da Worldpay para a América Latina, o eCommerce brasileiro tem se mostrado consistente e proporcionará ainda mais oportunidades no futuro. “O avanço do comércio eletrônico é resultado de um mercado maduro e em constante transformação impulsionado pela tecnologia, em especial, pelos dispositivos móveis. Os consumidores enxergam segurança, conforto e praticidade ao utilizar seu smartphone para realizar compras. Essa é uma característica que os varejistas precisam ficar de olho e manter seus canais móveis atualizados, sob risco de perderem compras se não atenderem às expectativas do público”, afirma.

“É importante ressaltar que o comércio eletrônico é dinâmico, ampliando as possibilidades no mundo dos negócios e na geração de empregos no país. Temos observado que a diversidade nos métodos de pagamento é uma realidade entre muitas empresas do setor, porém ainda há espaço para evoluções. O consumidor está atento as ofertas dos varejistas e pronto para estabelecer contatos duradouros de acordo com a personalização dos seus desejos no momento da compra”, completa D’Antiochia.

A Worldpay publicou uma lista de diretrizes para os comerciantes que desejam aproveitar a oportunidade global de mCommerce:

1) Considere desenvolver um aplicativo da sua marca. Sabemos que 78% preferem comprar por meio de um aplicativo, ao invés dos navegadores para dispositivos móveis, quando as compras são feitas em seus smartphones, e muitos dizem que não compram de uma empresa que não tem um aplicativo. Ter um website não é mais suficiente ou apenas ter um website otimizado para dispositivos móveis. Se você não está priorizando um aplicativo transacional pode perder muitos clientes.

2) Utilize a biometria para acelerar a jornada. Os consumidores estão se tornando cada vez mais familiarizados com o conceito de digitalização de impressões digitais e reconhecimento facial, por isso não se coíbe de usar esses métodos como uma forma de autenticação. A biometria coloca os pagamentos na mente do usuário, proporcionando uma experiência mais rápida e sem atrito, fazendo com que o pagamento pareça “invisível”.

3) Identifique os métodos de pagamento mais populares em cada território em que você opera. Há enormes diferenças nas preferências de pagamento em todo o mundo, e métodos alternativos de pagamento estão ganhando participação nos cartões de crédito e débito tradicionais. Não há um método único de pagamento em todas regiões, então você precisa entender as melhores opções para sua empresa.

Para saber mais sobre essas principais informações e tendências em pagamentos globais, visite: http://worldpay.globalpaymentsreport.com/

[1] Cotação do dólar em 22/11/2018. Fonte: Banco Central

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