Redação E-Commerce Brasil

Faturamento e vendas do e-commerce mais que dobram, revela índice Câmara-e.net

Quarta-feira, 01 de julho de 2020   Tempo de leitura: 3 minutos

A pandemia fez aumentar as vendas online em 137,35%. Esse crescimento foi divulgado em 30 de junho e se refere aos dados registrados no mês de maio, se comparados ao mesmo mês do ano passado. É o que revela o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie.

O levantamento divulgado mostra, ainda, que o faturamento do setor na comparação de 12 meses mais que dobrou e o crescimento chegou a 127,77%.

“O mês de maio mostrou de forma mais acentuada os impactos do Covi-19 no varejo brasileiro. Os números comprovam que tivemos uma grande mudança no comportamento dos consumidores, com migração de compras para o comércio eletrônico. Algumas das tendências que aconteceriam apenas daqui alguns anos foram antecipadas para o momento presente como, por exemplo, o forte crescimento das vendas de categorias de bens não-duráveis, saúde e até mesmo produtos perecíveis.”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e diretor executivo do Compre & Confie.

Expansão do e-commerce

O levantamento mostra o crescimento em cada região do país, na comparação entre maio/2020 e maio/2019:

  • Nordeste (165,77%)
  • Sudeste (145,39%)
  • Norte (142,04%)
  • Centro-Oeste (109,38%)
  • Sul (89,49%)

Já no acumulado do ano, a configuração ficou da seguinte forma:

  • Nordeste (93,73%)
  • Norte (79,78%)
  • Sudeste (72,57%)
  • Centro-Oeste (68,33%)
  • Sul (57,89%)

Faturamento

Quando se fala sobre o faturamento no país na comparação entre maio e abril deste ano, o crescimento foi de 30,55%. No acumulado do ano, a variação positiva foi de 66,62%.

Em cada região do país, na comparação entre maio/2020 e maio/2019, os números são:

  • Nordeste (158,32%)
  • Sudeste (133,59%)
  • Norte (133,47%)
  • Centro-Oeste (106,13%)
  • Sul (82,69%)

No acumulado do ano, a configuração foi essa:

  • Nordeste (94,59%)
  • Norte (66,96%)
  • Sudeste (65,24%)
  • Centro-Oeste (54,78%)
  • Sul (49,50%)

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