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  Redação E-Commerce Brasil

Confiança de MPEs recua em abril, mas mostra otimismo, indica SPC Brasil

Quarta-feira, 02 de Maio de 2018   Tempo de leitura: 4 minutos

O Indicador de Confiança dos Micro e Pequenos Empresários (MPEs) atingiu 52,7 pontos em abril, 2,6 pontos abaixo dos 55,3 pontos de março, de um máximo de cem pontos, quando atingiu o maior resultado desde que a série histórica começou a ser medida, em maio de 2015.

Os dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que, pela sétima vez consecutiva, o resultado ficou acima dos 50 pontos e indicam que o clima de otimismo prevalece entre os entrevistados.

Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que, acima de 50 pontos, reflete confiança desses empresários e, abaixo dos 50 pontos, reflete desconfiança com os negócios e com a economia.

“Os resultados do indicador estão em linha com as expectativas para 2018. Segundo as projeções, o país deverá crescer, em meio a um cenário de inflação sob controle e juros mais baixos. Não se pode ignorar, porém, que há importantes fatores de risco para a concretização desse cenário. Entre eles, destaque-se o desenrolar da corrida eleitoral e o revés da agenda de reformas, com o adiamento das discussões sobre a Reforma da Previdência”, afirmou o presidente da CNDL, José César da Costa.

Otimismo com o futuro

O Indicador de Expectativas, que serve de parâmetro para avaliar o que os empresários aguardam para o futuro, ficou em 61,6 pontos em abril de 2018, abaixo dos 64,0 pontos de março.

De acordo com o levantamento, 42% das MPEs estão em algum grau confiantes com o futuro da economia do país contra 23% de pessimistas. Quando essa análise se restringe à realidade da sua própria empresa, o índice cresce e atinge 62% dos empresários otimistas contra um percentual de 10% que manifestaram pessimismo com o futuro de seus negócios.

Entre os que imaginam que suas empresas terão um horizonte positivo nos próximos seis meses, 32% confiam na boa gestão que fazem do negócio e 29% estão fazendo investimentos na empresa. Também há aqueles que não sabem ao certo explicar as razões de seu otimismo (29%) e os que acreditam que a melhora da economia levará à melhora do próprio negócio (19%).

Já entre os pessimistas com o futuro de seus negócios, a razão mais citada é a queda das vendas, lembrada por 39%. Outros motivos são a percepção de que é difícil empreender no país, citada por 36%; a falta de recursos para investir no negócio (17%), o acúmulo de dívidas (17%) e o fato de atuar num setor que está em baixa (13%).

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