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  Redação E-Commerce Brasil

Com investimento em logística, Doce Malu reduz custo operacional e alavanca vendas

Quinta-feira, 05 de outubro de 2017   Tempo de leitura: 2 minutos

A Doce Malu, doceria do setor atacadista com mais de 30 anos no mercado, reduziu seu custo operacional e otimizou sua logística ao terceirizar a entrega de encomendas com o serviço Freedom, da Mandaê, empresa especializada em logística para e-commerce.

A cada 100 produtos enviados com a nova parceria, a Doce Malu consegue despachar sete encomendas a mais pelos mesmos valores que gastava com outra empresa de logística. Da média mensal de 700 pedidos da doceria, são aproximadamente 50 envios de vantagem trabalhando com a Mandaê, o que no final de um ano representa quase 600 envios “de graça”, economia de quase um mês com fretes.

“Nós tínhamos um contrato com outra empresa, pelo qual levávamos as encomendas até um local de postagem. Depois, passamos a dispor do serviço de coleta, mas logo os problemas começaram a se tornar mais frequentes quando nosso volume de entregas cresceu”, explica a gerente administrativa da Doce Malu, Cristina Mônico.

Além dos bons resultados econômicos, a contratação do serviço Freedom foi a solução encontrada pela empresa para combater diversas insatisfações. “Com a Mandaê eu consigo dar uma posição mais efetiva para o meu cliente sobre a localização e previsão de entrega do pedido, além de fazer os envios de forma mais rápida e eficiente”, explica Cristina.

Em 1980, Luis Mônico fundou a Doce Malu. No princípio, a empresa era pequena e o modelo de negócios contemplava a entrega de doces com um caminhão próprio, apenas na região da Bela Vista. Vislumbrando novos horizontes, o empreendedor encontrou um novo formato para comercializar doces com a sua esposa, Matilde Marques. Eles deixaram de lado a entrega no caminhão e inauguraram o depósito Doce Malu, em 1984, no Jardim Tremembé, em um ponto de 80 m².

Já em 2010, a empresa expandiu para a internet. Com um site institucional e catálogo de produtos, a Doce Malu começou a receber também pedidos pelo telefone, fator que gerou aumento da receita, porém tornou o processo logístico mais complexo com a alta demanda de encomendas. Já em 2016, a doceria se associou a um marketplace.

Hoje, o e-commerce representa 10% do faturamento total da companhia. Porém, a distribuição das vendas não estava acompanhando o crescimento da empresa. Com a forte expansão, a Doce Malu, que atualmente atende em média 1.700 clientes por mês só no ambiente virtual, precisava ter mais assertividade nas entregas.

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