Redação E-Commerce Brasil

E-commerce de farmácias se torna fundamental para estímulo da economia

Sexta-feira, 20 de março de 2020   Tempo de leitura: 3 minutos

Diante da pandemia do Covid-19, ou novo coronavírus, o varejo em geral está tendo que se adaptar. Com lojas físicas fechadas e mais pessoas em casa, o e-commerce passa a ser uma das principais peças para estímulo da economia global. Além de evitarem um freio no consumo, as lojas virtuais também aparecem como alternativa eficaz de abastecimento à população.

A comunidade de compras  Cashback World registrou um aumento de 9% na procura e compra de itens de farmácia dentro da plataforma desde o início de março até agora, na comparação com fevereiro. Juntamente com os marketplaces, como Amazon, Americanas e Aliexpress que cresceu 23%, frente ao mês anterior.

Esses números vão na contramão do que se observava antes, quando a categoria que predominava na busca pela plataforma era viagens e serviços relacionados ao turismo. Isso demonstra a mudança do comportamento do consumidor que está optando por itens de consumo primário, o que tende a se intensificar nos próximos dias.

E-commerce como meio de ajuda na saúde

Segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, ABComm, existem cerca de 90 mil lojas online no Brasil. E com a repentina pandemia que se espalhou pelo mundo, a procura por este tipo de compra tende a aumentar exponencialmente. Além de ser uma forma mais segura, pois evita o contato entre pessoas, o comércio eletrônico pode ser uma das únicas saídas para estimular a economia, nos próximos meses.

Leia também: Álcool em gel dispara 310% nas vendas online de fevereiro, aponta Ebit|Nielsen

“Estamos passando por um momento duro e de reeducação de alguns hábitos. Com as recomendações das organizações de saúde, o e-commerce tem a missão de suprir as necessidades de consumo da população e estimular a economia”, explica o CEO Américas da myWorld– operadora da Cashback World no Brasil, Roberto Freire.

Somente o álcool em gel teve um aumento de 310% nas vendas online em fevereiro, segundo pesquisa da Ebit|Nielsen. O produto virou alvo de procura por ser usado na limpeza de mãos e outras partes do corpo na prevenção do coronavírus.

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