Redação E-Commerce Brasil

China expandirá zonas experimentais de comércio eletrônico transfronteiriço

Quinta-feira, 15 de julho de 2021   Tempo de leitura: 2 minutos

O Ministério do Comércio da China prometeu na segunda-feira (12) expandir ativamente as zonas experimentais integradas para o comércio eletrônico transfronteiriço com o objetivo de cultivar novas vantagens competitivas no comércio exterior.

Algumas cidades apresentaram solicitações ao Conselho de Estado para o estabelecimento de novas zonas experimentais e o Ministério do Comércio se juntará aos departamentos relevantes para realizar o trabalho relacionado, disse Ren Hongbin, ministro assistente do Comércio, em uma coletiva de imprensa.

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A China prometeu expandir as zonas experimentais para o comércio eletrônico transfronteiriço

O ministério também prometeu formular diretrizes para a proteção dos direitos de propriedade intelectual no comércio eletrônico transfronteiriço, otimizar a lista de importações varejistas e facilitar o gerenciamento de devoluções e troca de importações e exportações.

O comércio eletrônico transfronteiriço da China expandiu muito mais rápido que o comércio exterior geral, e sua participação no comércio exterior geral aumentou significativamente.

Desde 2015, o Conselho de Estado da China estabeleceu 105 zonas experimentais de comércio eletrônico transfronteiriço em cinco etapas. O novo modelo de negócios se tornou em uma vibrante força motora do crescimento do comércio exterior da China.

As importações e exportações do comércio eletrônico transfronteiriço da China subiram para 1,69 trilhão de yuans (US$ 260,9 bilhões) em 2020, o que representa um aumento anual de 31,1%. Nos últimos cinco anos, essa modalidade de varejo se multiplicou quase 10 vezes, disse Ren.

Para impulsionar mais o crescimento do comércio exterior, o Conselho de Estado da China emitiu diretrizes no início deste mês sobre a aceleração do desenvolvimento de novas formas e modelos de comércio exterior para promover sua modernização e fomentar novas forças competitivas.

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Fonte: Agência Xinhua

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