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  Redação E-Commerce Brasil

Brasileiros mantêm a compra por impulso mesmo com a economia instável

Segunda-feira, 05 de junho de 2017   Tempo de leitura: 3 minutos

De vez em quando, surge aquela vontade de comprar uma coisinha que nós não precisamos ou não estava nos planos. No entanto, manter esse hábito frequente pode complicar as contas no final do mês – principalmente em meio a crise. Nem com a instabilidade econômica, porém, os brasileiros deixaram de comprar por impulso: 37% dos consumidores dizem que compraram algo que não precisavam devido a facilidade de crédito. O dado é da pesquisa “Uso do Crédito” realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Os entrevistados apontam que as lojas virtuais são aquelas que mais incentivam e facilitam a compra em crédito (29%), seguido de supermercados (19%) e lojas de departamento (17%). Os itens mais comprados pelos brasileiros são roupas, calçados e acessórios. Além disso, perfumes e cosméticos, idas a bares e restaurantes e os smartphones também se destacam.

Tentado a ofertas

A pesquisa também observou como os consumidores reagem às ofertas de cartões de créditos feitas por lojas de varejo, financeiras e bancos. Boa parte deles (36%) avalia a proposta de acordo com o orçamento. Outros 24% sequer chegam a ver a proposta e 17% descartam o crédito extra porque sabem que o orçamento não permite.

Ao mesmo tempo, 11% dos consumidores aceitam a proposta porque gostam de ter crédito disponível ou avalia de acordo com a vontade de fazer compras.

Para Marcela Kawauati, economista-chefe da SPC Brasil, é preciso ter cautela redobrada com o crédito oferecido. “Se o consumidor não estiver com o orçamento preparado para quitar as parcelas, o endividamento pode fugir ao controle e trazer inúmeros problemas”, explica.

Crédito negado

O levantamento da SPC Brasil e da CNDL também mostra que 23% dos consumidores não conseguiram realizar compras parceladas em lojas por conta de crédito negado. Os principais motivos são nome sujo e limite de crédito excedido.

Fonte: Consumidor Moderno

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