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  Redação E-Commerce Brasil

Como participar da Black Friday sendo pequeno e sem perder dinheiro?

Quarta-feira, 17 de outubro de 2018   Tempo de leitura: 1 minuto

Queima de estoque, promoções agressivas, alto tráfego nos sites de e-commerce. Mas será que os pequenos lojistas estão preparados para venderem a Black Friday sem perder dinheiro? Para Cirilo Souza, CEO e Founder, da Cirilo Cabos, acredita que a resposta é sim.

No caso da Cirilo Cabos, o empreendedor conta que participa da data desde 2012, para vender os produtos parados no próprio estoque e no estoque dos fornecedores. Ele conta ainda que obtém ótimos resultados mesmo depois da última sexta-feira de novembro. “Já chegamos a registrar de 300 a 400 pedidos nas duas semanas seguintes”, contou.

Apesar disso, Cirilo diz que toma alguns cuidados como estender o prazo de entrega (em 3 ou 4 dias) para não frustrar o cliente e monitorar os pedidos por ferramentas automatizadas. “Além das transportadoras, os meios de pagamento, empresas de antifraude e outros parceiros ficam sobrecarregados e podem atrasar seus processos. Por isso, às vezes, prefiro que o cliente não compre comigo do que não receber dentro do tempo esperado”, acrescentou.

No caso das regiões Norte e Nordeste que apresentam mais problemas de atraso na entrega, a estratégia de Cirilo é ofertar os produtos que são mais vendidos nessas regiões. No caso dos investimentos em mídias como Google Adwords, ele costuma começar os anúncios cerca de 30 dias antes. “Na época da Black Friday é muito caro”, disse.

Para terminar, Cirilo não aconselha contratar equipes temporárias. Ele acreditar que não há tempo para treiná-las a ponto de conseguirem entender os produtos de forma aprofundada. “Jamais mude a forma de atendimento aos clientes nessa época, independente do volume de compras. O cliente não quer saber se você está com grande volume de vendas”, finalizou.

Eduardo Silva, Diretor da Polipartes, e-commerce de peças, ferramentas, suprimentos para ar-condicionado e eletrodomésticos está no mercado desde 1999 e alerta para que os varejistas planejem muito bem suas entradas na data. “A Black Friday é uma escolha. Você vai vender para todos os consumidores, todos os seus produtos? Esse filtro é feito diante do conhecimento que você tem do seu próprio negócio”, disse.

Ele conta que em uma das Black Fridays que participou a solução para não comprometer a margem de lucro da loja foi estabelecer uma porcentagem fixa de desconto para todos os produtos. “Não era um desconto agressivo, mas mostramos pelo menos mostramos ao cliente que estávamos fazendo alguma coisa dentro das nossas possibilidades”, explicou.

Além disso, pensar em estratégias para aproveitar os leads conqusitados no pós-Black Friday também é uma dica interessante. Como providências rápidas para participar da data Eduardo enumerou: realizar o cadastro no Black Friday legal e colocar banners e criar uma identidade visual que identifique sua loja à data. “Dá para usufruir da data de forma orgânica, com um pequeno esforço”, finalizou Eduardo.

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