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  Redação E-Commerce Brasil

Awin divulga insights do consumo brasileiro na Black Friday 2017

Quinta-feira, 30 de novembro de 2017   Tempo de leitura: 3 minutos

A participação do consumidor brasileiro durante a Black Friday realizada na última sexta (24) confirmou a alta tendência observada no comércio eletrônico.

Comparando as edições de Black Friday de 2017 e 2016, a rede de afiliados Awin registrou um aumento de 21% em transações, gerando acréscimo de 29% em receitas para os principais varejistas online do mundo. Este ano, a rede global de afiliados também gerou 23% a mais de comissão para seus afiliados. No mercado nacional, a Awin rastreou mais de 170 mil vendas, número 7,5 vezes maior se comparado a uma sexta-feira comum e atingiu um crescimento de 64% em relação a 2016.

Além disso, no Brasil, as compras migraram, ainda mais, do Desktop para o Smartphone. Os celulares foram o canal de 16% das compras, enquanto que o Desktop respondeu por 84% das transações. Se comparados à Black Friday 2016, o mobile registrou crescimento de 4,32%, enquanto que o Desktop obteve queda de quase 4%. Consolidando os dados de todo o mundo, quase uma em cada três vendas foi rastreada através de smartphones, o que significa que as transações aumentaram em mais de um terço. Os tablets continuaram a desaparecer em importância, caindo 50%.

Também, ao analisar uma amostra dos principais anunciantes do segmento de varejo, a rede destaca os cinco produtos mais vendidos no período da Black Friday. São eles: Smart TV, Smartphone, Notebook, Airfryer e Aspirador de pó. Além disso, o brasileiro manteve o valor médio de compra em R$ 630.

Segundo a Awin, no mundo, o cupom de desconto foi o recurso de incentivo à compra mais utilizado (32% dos pedidos), seguido do cashback, com participação em 24,2% do montante.

Além disso, o conteúdo também se mostrou muito relevante no momento de decisão de compra do usuário. Apenas para exemplificar, no Brasil, um blog vendeu, apenas na Black Friday, 3,5 vezes mais para uma marca de joias do que em um dia normal, enquanto que outro site de tecnologia apostou não somente em gadgets, mas também em pacotes de viagens, obtendo de maneira inesperada 46 vendas nesse segmento.

No cenário global, São Paulo e Rio de Janeiro figuraram em segundo e terceiro lugar, respectivamente, na lista de cidades com maior participação nas compras na Black Friday, ficando atrás apenas de Londres. No que tange o volume de pedidos, o pico foi registrado às 13h da sexta-feira, no Brasil.

Para Rodrigo Genoveze, Country Manager da Awin, a Black Friday encontrou no Brasil um espaço para franco crescimento. “Vemos a Black Friday ser ainda mais marcante no mercado brasileiro. Esse fenômeno se explica, principalmente, por três razões:

1) Como levantado anteriormente, o ligeiro aquecimento do poder de consumo, graças à politica trabalhista do 13º;

2) Num país de dimensões continentais, logística ainda é um fator limitante de muitas compras online. Com a chegada do Natal, muitas pessoas se preparam com antecedência e a Black Friday também é a data-limite que a maioria dos e-commerces garantem entregar antes do final do ano;

3) Toda a influência do mercado de consumo norte-americano, afinal, a Black Friday nasceu nos Estados Unidos e, até hoje, é referência mercadológica a outros mercados, não diferente do Brasil”.

Outros dados e insights de mercado sobre a Black Friday 2017 podem também ser consultados em uma ferramenta interativa, disponível neste link.

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