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  Redação E-Commerce Brasil

Amazon já tem de mais de 100 mil robôs nos seus centros de distribuição; veja o vídeo

Quinta-feira, 14 de junho de 2018   Tempo de leitura: 3 minutos

A frota de robôs do Centro de Distribuição da Amazon, que agora chega a mais de cem mil máquinas, está trabalhando lado a lado com funcionários humanos para suprir a enorme demanda da gigante do e-commerce.

Os autômatos transportam o inventário por entre os diversos corredores do CD, juntando todos os itens de um pedido do consumidor e diminuindo a necessidade por interação humana com os produtos. Mas o chefe de tecnologia da Amazon Robotics, Tye Brady, insiste que esses robôs estão melhorando a eficiência das pessoas em vez de eliminar os seus empregos.

Vale lembrar que a Amazon tem contratado novos empregados a todo o vapor – em parte por causa das ferozes investidas do presidente americano Donald Trump contra a empresa -, em uma estrutura que já passa de 500 mil funcionários. Nesse contexto, Brady enxerga as máquinas como necessárias para manter o ritmo de crescimento.

“Quando existem milhares de pedidos sendo feitos simultaneamente, você demanda mais do que um humano é capaz de fazer”, afirmou durante a primeira conferência EmTech Next, realizada pela MIT Technology Review nos Estados Unidos.

Humanos ainda dispõem de habilidades necessárias para o processo de fulfillment do e-commerce, como, por exemplo, destreza, facilidade de adaptação e o – indispensável – bom senso.

Por exemplo, quando um pedido de margarina para pipoca acidentalmente caiu no chão do Centro de Distribuição. A queda gerou uma grande bagunça no meio do corredor – e o robôs, “curiosos”, não sabiam como lidar com a situação, mas queriam ir até o local conferir o incidente. “Os robôs estavam se dirigindo até lá e [com certeza] eles escorregariam e sofreriam uma avaria no decodificador”, disse Brady.

Mesmo que não tivessem gerado os layoffs para trabalhadores da Amazon, os esforços por eficiência na automação da companhia contribuíram para uma massiva onda de demissões – que afetou de maneira desproporcional as mulheres. As lojas chamadas de cashierless, ou seja, que não precisam de caixas, por exemplo, também têm o potencial de dar nova forma aos empregos no varejo.

Porém, a Amazon tem feito diversos esforços para oferecer serviços que dão a pequenos empresários acesso à sua plataforma, mitigando parte do impacto negativo.

“Nós temos algo chamado Fulfillment by Amazon”, disse o chefe de tecnologia. “Acontece que mais de metade do inventário é vendida por lojas parceiras. Elas são empresas familiares espalhadas pelo mundo. Esse serviço tem tido um grande sucesso para pequenas empresas mundialmente”, finalizou Brady.

Fonte: MIT Technology Review

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