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  Redação E-Commerce Brasil

Alibaba abre processo contra lojistas por venda de produtos piratas pela primeira vez

Terça-feira, 10 de janeiro de 2017   Tempo de leitura: 3 minutos

O Alibaba, uma das maiores lojas e-commerce do mundo, informou que abriu processo contra dois vendedores da Taobao, plataforma da chinesa, por terem comercializado relógios falsos da marca Swarovski. É a primeira vez que a empresa entra na justiça contra lojistas por esse motivo.

A ação está sendo movida contra Liu Huajun e Wang Shenyi. O Alibaba pede cerca de US$ 200 mil (R$ 641,8 mil) por “violação de contrato e da boa-fé”, de acordo com a gigante.

O e-commerce realizou uma análise de Big Data e detectou “atividades suspeitas” e identificou a venda feita na cidade de Shenzhen. A empresa encaminhou as fotos dos produtos para a Swarovski, que confirmou a suspeita de falsificação.

Jesseie Zheng, chefe de operações da plataforma do Grupo Alibaba, afirmou que “a venda de produtos falsificados não só viola o nosso acordo de serviços como também infringe os direitos de propriedade intelectual do dono da marca, colocando produtos de qualidade inferior nas mãos dos consumidores e arruinando a confiança e reputação arduamente conquistadas pelo Alibaba.”

Zheng afirmou também que a companhia pretende tomar ainda mais medidas legais contra “camelôs” online nas suas plataformas. Ele disse que o Alibaba vai pressionar para que as sentenças de prisão e punições financeiras inibam o comércio de produtos falsificados.

De acordo com o Alibaba, mais de duas mil pessoas trabalham “na luta contra a venda de produtos piratas”, e outros cinco mil voluntários ajudam a empresa a identificar bens falsificados nas suas plataformas online.

Apesar de o caso ter envolvido vendedores chineses, não é a primeira vez que o e-commerce se vê em meio a polêmicas envolvendo produtos pirateados. Nos Estados Unidos, onde a empresa anunciou sua intenção de gerar mais de um milhão de empregos, o Alibaba foi repreendido pelas autoridades exatamente pela suspeita de venda de produtos falsificados por meio das suas plataformas.

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