Redação E-Commerce Brasil

Ações do Alibaba aumentam quase 7% após Jack Ma aparecer na Europa

Quinta-feira, 21 de outubro de 2021   Tempo de leitura: 3 minutos

As ações do Alibaba em Hong Kong subiram até 9% na quarta-feira (20), após relatos de que seu fundador Jack Ma viajou para a Europa e após o lançamento de um novo chip.

A ação reduziu alguns desses ganhos e fechou em 6,6% em alta.

Na terça-feira (19), a publicação East Week de Hong Kong relatou que Ma havia viajado para a Espanha no fim de semana com seus amigos bilionários e parceiros de negócios para passar férias em um barco à vela. O relatório citou uma fonte que não pôde ser identificada devido a considerações de confidencialidade.

O South China Morning Post, de propriedade do Alibaba, publicou posteriormente um artigo relatando que Ma estava na Espanha para uma viagem de estudos de agricultura e tecnologia relacionada a questões ambientais.

O paradeiro de Ma tem sido tema de intensa discussão desde que ele saiu da vista do público em outubro passado, após um discurso no qual ele parecia criticar os reguladores chineses.

A oferta pública inicial da gigante de fintech de Ma, Ant Group, foi posteriormente suspensa. Desde então, o setor de tecnologia da China também está sob intenso escrutínio dos reguladores.

As empresas de tecnologia da China viram bilhões de dólares eliminados de suas avaliações. As ações da Alibaba listadas nos EUA caíram mais de 23% no acumulado do ano.

Em janeiro, quando Ma reapareceu pela primeira vez desde o discurso de outubro, as ações do Alibaba subiram naquele dia.

Chip do Alibaba

O Alibaba também divulgou algumas notícias relacionadas ao seu negócio na nuvem esta semana. Na terça-feira, a empresa lançou um novo chip projetado para servidores em uma tentativa de aumentar seus recursos de computação em nuvem.

A nuvem é vista como uma parte fundamental do crescimento futuro do Alibaba. Atualmente, responde por 8% do faturamento total da empresa.

A gigante do comércio eletrônico também disse na quarta-feira que planeja abrir novos centros de dados na Coreia do Sul e na Tailândia no próximo ano para continuar a expansão internacional de seus negócios em nuvem.

Leia também: O que a China quer com ofensiva contra gigantes de tecnologia do próprio país

Fonte: CNBC

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