Redação E-Commerce Brasil

28% dos brasileiros utilizam a Black Friday para antecipar compras de natal

Terça-feira, 21 de novembro de 2017   Tempo de leitura: 5 minutos

Pesquisa realizada pelas empresas MindMiners e TopperMinds, respectivamente especializadas em pesquisa digital e ebusiness, entrevistaram 500 pessoas, de 10 a 14 de novembro, sobre as expectativas da Black Friday 2017.

Os resultados mostram que os brasileiros ainda não se programam para comprar tudo o que precisam na Black Friday. A data é vista mais como uma possibilidade de consumo, mas a decisão final só é tomada após comparação de preços. Grande parte acha que as promoções não são tão atrativas, pois encontram os mesmos valores em outras promoções durante o ano.

“A gente queria saber se os brasileiros antecipavam as compras de Natal na Black Friday. Apenas 28% disseram que compram a maioria dos presentes na data, 44% das pessoas decidem se vão comprar ou não algo na Black Friday apenas no dia, após pesquisar os preços, sendo que 68% dos usuários pesquisam em sites comparadores de preço antes de tomar qualquer decisão. Este comportamento é tão forte, que 80% dos entrevistados baixariam um app apenas para comparar preços de produtos”, explica Danielle Almeida, da MindMiners.

Na pesquisa, só 15% afirmam que não vão comprar nada na Black Friday, alguns dos motivos são: desempregados (28%), porque estão economizando (28%) ou pelo consumo mais seletivo e consciente, pois não precisam de nada neste momento (27%).

Mas a Black Friday não convence o consumidor brasileiro: 36% das pessoas não acharem que as promoções valem tanto a pena e 26% acreditam que as lojas aumentam os preços antes da data, por isso a promoção é apelidada de Black Fraude.

Das pessoas que pretendem comprar, 94% estão motivadas para aproveitar os descontos da Black Friday, 68% afirmam que vão consultar APP que facilite a comparação de preços. “Existem plugins que conseguem ver o histórico de mudanças de valores do produto no site. As fraudes estão cada vez mais difíceis de passar. Só vai se dar bem as marcas e lojas que fazem promoções de verdade! As pessoas não acham os valores tão atrativos a ponto de comprar por impulso na data”, explica Fabrizzio Topper, diretor da TopperMinds.

Pela pesquisa, os itens que estão no radar dos consumidores são: celular (43,1%), roupas (40,5%), notebook/computadores (30,1%), eletrodomésticos (29,4%) e livros (25,4%).

“Os lojistas devem estar preparados para o volume de vendas: as pessoas esperam uma grande variedade de produtos disponíveis em promoção e têm expectativa de recebê-los rapidamente e a forma de pagamento parcelado, pois mesmo com preço baixo, os consumidores ainda procuram dividir o valor dos gastos”, alertam as empresas responsáveis pela pesquisa.

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